Uma vénia à Rádio Comercial, que me fez recordar esta música, boa p'ra esticar umas cordas.
«Mudar de roupa, soltar o cabelo
Dormir num carro, todo nu em pelo
Dizer que hoje o dia está perfeito
Por óculos escuros a torto e a direito
Pois hoje eu vou pegar na guitarra
É hoje que eu me faço à estrada
Olá ó vida malvada»
Xutos & Pontapés
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
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Parece que hoje se joga a final da Liga dos Campões da UEFA. Parece que é entre o Manchester United e o Barcelona. Para ser um clube espanhol, bem podia ser o Real Madrid. Só por uma razão.
(a razão tem nome. Miguel Torres e parece que é defesa. Lá está, o melhor ataque.)
Coisas que me acontecem
No fim-de-semana passado decidi que estava mesmo na altura de cortar o cabelo. Peguei em mim e fui ao cabeleireiro. Fui atendida por um um cabeleireiro homem, uma simpatia, que me cortou o cabelo tal como eu queria - acabei por não ficar depois muito satisfeita, mas a culpa não foi dele, mas entretanto já me habituei.
No final não tinha comigo dinheiro suficiente para pagar. Fui ao multibanco e voltei. E foi aqui que a coisa animou.
Quando regressei, o cabeleireiro e uma menina que lá trabalha estavam ambos apoiados no balcão, a olhar para o telemóvel dele com ar intrigado. Seguiu-se isto:
Ele - Do you speak english?
Eu - Yes (um 'yes' intrigado e temeroso)
Ele - Ah, então me ajuda, por favooooor! Você consegue traduzir pra mim esta mensagem que eu recebi?
(aqui comecei a ficar com muuuuito medo)
Eu - errrr... sim...
Voltou a abrir a mensagem com o telemóvel virado para mim, facto que me permitiu ver o nome do remetente, 'Felipe'. Aqui comecei a tremer.
Li a mensagem antes de começar a traduzi-la e...
Eu - Diz que teve o melhor acordar que podia ter tido, ao receber uma mensagem sua. Diz que espera e deseja que estejam juntos novamente em breve...
A partir daqui foi a loucura. Ele gritou, ele esbracejou, ele pulou. Saiu de trás do balcão e veio dar-me dois beijos enquanto me explicava:
Ele - É um espanhol que conheci ontem na discoteca. Aiiiiii foi tudo! Foi tudo!
E não parou de repetir esta expressão, 'foi tudo', que é bonita e bastante esclarecedora.
Confesso que fiquei com lágrimas nos olhos, confrontada com esta manifestação espontânea de alegria e de paixão. O enamoramento é lindo, independentemente das circunstâncias. Também para mim, aquele momento foi tudo.
No final não tinha comigo dinheiro suficiente para pagar. Fui ao multibanco e voltei. E foi aqui que a coisa animou.
Quando regressei, o cabeleireiro e uma menina que lá trabalha estavam ambos apoiados no balcão, a olhar para o telemóvel dele com ar intrigado. Seguiu-se isto:
Ele - Do you speak english?
Eu - Yes (um 'yes' intrigado e temeroso)
Ele - Ah, então me ajuda, por favooooor! Você consegue traduzir pra mim esta mensagem que eu recebi?
(aqui comecei a ficar com muuuuito medo)
Eu - errrr... sim...
Voltou a abrir a mensagem com o telemóvel virado para mim, facto que me permitiu ver o nome do remetente, 'Felipe'. Aqui comecei a tremer.
Li a mensagem antes de começar a traduzi-la e...
Eu - Diz que teve o melhor acordar que podia ter tido, ao receber uma mensagem sua. Diz que espera e deseja que estejam juntos novamente em breve...
A partir daqui foi a loucura. Ele gritou, ele esbracejou, ele pulou. Saiu de trás do balcão e veio dar-me dois beijos enquanto me explicava:
Ele - É um espanhol que conheci ontem na discoteca. Aiiiiii foi tudo! Foi tudo!
E não parou de repetir esta expressão, 'foi tudo', que é bonita e bastante esclarecedora.
Confesso que fiquei com lágrimas nos olhos, confrontada com esta manifestação espontânea de alegria e de paixão. O enamoramento é lindo, independentemente das circunstâncias. Também para mim, aquele momento foi tudo.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Reset & restart
O momento do dia (so far): esta musiquinha que o Milow cantou hoje de manhã, só pra mim, ali na Marginal, entre Carcavelos e o Alto da Barra.
«She's always ready, when you want it, she want it
Like a nympho, the info
I show you where to meet her
On the late night, 'till daylight the club jumpin'
If you want a good time, she's gone give you what you want
Baby this a new age,
You like my new craze
Let's get together
Maybe we can start a new phase
The smokes got the club all hazy,
Spotlights don't do you justice baby
Why don't you come over here, you got me saying
Aayooh
I'm tired of using technology,
Why don't you sit down on top of me
Aayooh
I'm tired of using technology
I need you right in front of me»
«She's always ready, when you want it, she want it
Like a nympho, the info
I show you where to meet her
On the late night, 'till daylight the club jumpin'
If you want a good time, she's gone give you what you want
Baby this a new age,
You like my new craze
Let's get together
Maybe we can start a new phase
The smokes got the club all hazy,
Spotlights don't do you justice baby
Why don't you come over here, you got me saying
Aayooh
I'm tired of using technology,
Why don't you sit down on top of me
Aayooh
I'm tired of using technology
I need you right in front of me»
segunda-feira, 30 de março de 2009
Breath taking

Fui ao cinema ontem, ver um filmezinho chamado 'Dupla Sedução', 'Duplicity' no original.
Há que dizer que o filme é giro. Uma história em torno da espionagem empresarial assim a um nível muito louco.
Um género de filme de que gosto, a fazer lembrar os 'Oceans'.
O filme junta a Julinha Roberts, cada vez mais gira e mais magra, ó caneco, e o Clive Owen.
E o que dizer em relação ao Clive Owen?... Nada. Não há nada a dizer. O homem é de tirar a respiração. Bolas.
quarta-feira, 25 de março de 2009
No limits
Publicidade a um detergente para roupa deixando implícita a promessa de uma melhor vida sexual.
É aqui que percebo que para a publicidade já não há limites.
É aqui que percebo que para a publicidade já não há limites.
segunda-feira, 23 de março de 2009
La famiglia
Mudou-se para a minha rua, há alguns meses, uma mulher jovem com dois filhos pequenos. Vivem no prédio da frente, do outro lado da rua.
Na quinta-feira passada, dia do Pai, estava eu na janela da cozinha a fumar um cigarro depois de jantar (gosto de ficar ali a observar a rua à noite, é tão calma), quando pára, em frente ao tal prédio da frente, um carro, de onde sai um homem.
Dirigiu-se ao prédio, tocou numa campainha. Apercebo-me, entretanto, que as duas crianças, uma menina que deve ter os seus cinco, seis anos, e um rapaz, dois anos, por aí, saem ao seu encontro. Abraçam-se e beijam-se, os miúdos fazem uma festa.
São os filhos da tal vizinha. E ele o Pai, acredito.
O homem entra no prédio e sentam-se os três nos degraus em frente à porta. Na escada do prédio. Ficam ali um bocado e eu fico a observá-los.
Uns minutos apenas, até que o homem sai do prédio, entra no carro e arranca.
Não conheço mais da história daquela família que isto. Mas a cena partiu-me o coração. Duas crianças que o que têm do Pai, no dia que a ele é dedicado, são uns minutos, nas escadas do prédio onde vivem com a Mãe. Um Pai que o que tem dos seus filhos, no dia que a ele é dedicado, são uns minutos, nas escadas do prédio onde vivem com a Mãe.
Comoveu-me ainda mais porque, graças a Deus, sempre tive o meu Pai por perto, nesse dia e em todos os outros. E isso fez-me dar ainda mais valor ao almoço de ontem, em que tive os meus Pais comigo, juntos, como sempre os vi. Houve tempos difíceis, mas juntos, os três, somos imbatíveis. :-)
Na quinta-feira passada, dia do Pai, estava eu na janela da cozinha a fumar um cigarro depois de jantar (gosto de ficar ali a observar a rua à noite, é tão calma), quando pára, em frente ao tal prédio da frente, um carro, de onde sai um homem.
Dirigiu-se ao prédio, tocou numa campainha. Apercebo-me, entretanto, que as duas crianças, uma menina que deve ter os seus cinco, seis anos, e um rapaz, dois anos, por aí, saem ao seu encontro. Abraçam-se e beijam-se, os miúdos fazem uma festa.
São os filhos da tal vizinha. E ele o Pai, acredito.
O homem entra no prédio e sentam-se os três nos degraus em frente à porta. Na escada do prédio. Ficam ali um bocado e eu fico a observá-los.
Uns minutos apenas, até que o homem sai do prédio, entra no carro e arranca.
Não conheço mais da história daquela família que isto. Mas a cena partiu-me o coração. Duas crianças que o que têm do Pai, no dia que a ele é dedicado, são uns minutos, nas escadas do prédio onde vivem com a Mãe. Um Pai que o que tem dos seus filhos, no dia que a ele é dedicado, são uns minutos, nas escadas do prédio onde vivem com a Mãe.
Comoveu-me ainda mais porque, graças a Deus, sempre tive o meu Pai por perto, nesse dia e em todos os outros. E isso fez-me dar ainda mais valor ao almoço de ontem, em que tive os meus Pais comigo, juntos, como sempre os vi. Houve tempos difíceis, mas juntos, os três, somos imbatíveis. :-)
quarta-feira, 18 de março de 2009
Satisfeito ou reembolsado
«O teu blog é só girl-bonding, fosga-se.
E amizades masculinas dos anos 90, não?
Quando eras a Nossa Senhora e nós os 3 Pastorinhos...
Peço-te que reconsideres e não trabalhes tanto contra aquele mito que os homens criaram sobre as mulheres e em que elas acreditaram: o mito de que não se davam bem.
E menos posts feel-good, também! Ok? I need some drama. Falso, claro, mas drama.
Ah, e menos twits sobre como é bom trabalhar na CM de Oeiras, que dá prémios e tudo e mais alguma coisa. Sádica.
São as minhas reclamações.»
Vamos lá então tratar de satisfazer os clientes.
E amizades masculinas dos anos 90, não?
Quando eras a Nossa Senhora e nós os 3 Pastorinhos...
Peço-te que reconsideres e não trabalhes tanto contra aquele mito que os homens criaram sobre as mulheres e em que elas acreditaram: o mito de que não se davam bem.
E menos posts feel-good, também! Ok? I need some drama. Falso, claro, mas drama.
Ah, e menos twits sobre como é bom trabalhar na CM de Oeiras, que dá prémios e tudo e mais alguma coisa. Sádica.
São as minhas reclamações.»
Vamos lá então tratar de satisfazer os clientes.
How men think
Para quem, como eu, tem dúvidas sobre como funciona o cérebro dos homens, recomendo a leitura de uma reportagem publicada na 'Única' de sábado passado.
'Deixei tudo por ela...' conta as histórias de vários homens, homens diferentes entre si, que a dado momento das suas vidas mudaram literalmente de vida por causa de uma mulher.
Nem todas tiveram um final feliz mas as que tiveram, juro, fizeram com que me comovesse até às lágrimas.
Deve ser parvoíce minha, mas tenho esta ideia que no capítulo de fazer loucuras por amor (ou por paixão, ou por desejo) as mulheres são sempre capazes de dar melhores provas do que os homens. Vejo-nos - a nós mulheres - como seres mais impulsivos nesse domínio. É provável que seja uma grande estupidez da minha parte, mas tenho esta ideia. Talvez porque para eles seja mais difícil assumir que estão dispostos a mudar de vida por causa de uma mulher, talvez porque isso possa ser entendido como um sinal de fraqueza.
O que é facto é que as histórias que se contam na reportagem são histórias de homens que o fizeram. E que lindo que é. Como o caso do presidente de uma autarquia alentejana que, em 2002, abandonou o cargo e o casamento e fugiu para Moçambique com uma secretária da Câmara. Ou de um músico que se mudou dos Estados Unidos para Portugal para ficar com a mulher pela qual se apaixonou. Ou de Nuno Lobo Antunes, uma história mais mediática que fez as delícias das revistas do coração.
Abandono os meus preconceitos. Parece que nestas coisas homens e mulheres estão igualmente expostos ao vírus. E que talvez não seja tão descabido quanto isso pensar, como eles pensam na maior parte das vezes, com a cabeça que está mais a sul. Se calhar, é mesmo por aí.
'Deixei tudo por ela...' conta as histórias de vários homens, homens diferentes entre si, que a dado momento das suas vidas mudaram literalmente de vida por causa de uma mulher.
Nem todas tiveram um final feliz mas as que tiveram, juro, fizeram com que me comovesse até às lágrimas.
Deve ser parvoíce minha, mas tenho esta ideia que no capítulo de fazer loucuras por amor (ou por paixão, ou por desejo) as mulheres são sempre capazes de dar melhores provas do que os homens. Vejo-nos - a nós mulheres - como seres mais impulsivos nesse domínio. É provável que seja uma grande estupidez da minha parte, mas tenho esta ideia. Talvez porque para eles seja mais difícil assumir que estão dispostos a mudar de vida por causa de uma mulher, talvez porque isso possa ser entendido como um sinal de fraqueza.
O que é facto é que as histórias que se contam na reportagem são histórias de homens que o fizeram. E que lindo que é. Como o caso do presidente de uma autarquia alentejana que, em 2002, abandonou o cargo e o casamento e fugiu para Moçambique com uma secretária da Câmara. Ou de um músico que se mudou dos Estados Unidos para Portugal para ficar com a mulher pela qual se apaixonou. Ou de Nuno Lobo Antunes, uma história mais mediática que fez as delícias das revistas do coração.
Abandono os meus preconceitos. Parece que nestas coisas homens e mulheres estão igualmente expostos ao vírus. E que talvez não seja tão descabido quanto isso pensar, como eles pensam na maior parte das vezes, com a cabeça que está mais a sul. Se calhar, é mesmo por aí.
domingo, 15 de março de 2009
Hoje é o primeiro dia
O dia da primeira ida à praia deste ano. Com direito a bikini. A molhar os pés no mar. A jogar à bola (!) na areia. A almoçar na esplanada. A ganhar uma cor nas pernas. E nos braços. Muito bom. Vivam as amigas e tudo o que fazemos juntas. Abaixo os homens que não gostam de nos ver felizes. Tenho dito.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Neura
Definitivamente, o estado de espírito que só as mulheres conhecem. Conheço uma pessoa que diz que só as mulheres se sentem 'esquisitas'. É mais ou menos como a 'neura'. Só as mulheres têm 'neuras'.
O tempo está excelente. Céu azul, calorzinho bom. Não é disso, com certeza.
A vida até nem me corre mal de todo.
Então por que raio se colou a mim esta neura que não me larga? O meu estômago está assim qualquer coisa como uma máquina de lavar roupa em modo centrifugação. Um nó na garganta e um aperto do peito. Tenho que a sensação que tenho energia acumulada dentro de mim em quantidade suficiente para ir a nado daqui até Marrocos. Acho que preciso de uma bebida.
O tempo está excelente. Céu azul, calorzinho bom. Não é disso, com certeza.
A vida até nem me corre mal de todo.
Então por que raio se colou a mim esta neura que não me larga? O meu estômago está assim qualquer coisa como uma máquina de lavar roupa em modo centrifugação. Um nó na garganta e um aperto do peito. Tenho que a sensação que tenho energia acumulada dentro de mim em quantidade suficiente para ir a nado daqui até Marrocos. Acho que preciso de uma bebida.
quarta-feira, 4 de março de 2009
A Irmandade
A relação que tenho com as amigas que trabalham comigo está a assumir, aos poucos, assustadores contornos de 'amizade de gajos'.
Falamos muito de homens. Bebemos muitas vezes cerveja juntas. E hoje uma de nós (não vou citar nomes) arrotou - sim, arrotou - perante as outras, com orgulho, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Só nos falta jogar à bola juntas. É só o que falta.
Falamos muito de homens. Bebemos muitas vezes cerveja juntas. E hoje uma de nós (não vou citar nomes) arrotou - sim, arrotou - perante as outras, com orgulho, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Só nos falta jogar à bola juntas. É só o que falta.
Uma salva de palmas para isto
José Couto Nogueira, por Ana Sousa Dias, acerca das mulheres e do amor e de outras coisas, na Pública de domingo passado: «Não gosto de mulheres submissas, nem de coitadinhas, nem de deprimentes, estou-me nas tintas se cozinham ou não, eu cozinho bem. Gosto de que as mulheres se arranjem, se pintem, se tratem bem. Incomoda-me o desmazelo, mas também me incomoda nos homens. Há mulheres que são estrelas fosforescentes, encantam-nos de uma maneira magnífica e é magnífico ter esse encantamento, porque o que é bom no amor é estar apaixonado. Se estiverem os dois apaixonados um pelo outro, é o nirvana".
Clap, clap, clap, clap, clap, clap.
Clap, clap, clap, clap, clap, clap.
segunda-feira, 2 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Dias que valem a pena
Aqueles em que alguém nos diz "uma amiga nova... acho que podes contar com isso".
E esta musiquinha da Joss Stone. Que bem que acompanha um dia destes.
"Young At Heart"
You're wasting your time
Trying to tear us apart
You can't stop our plans
We were destined from the start
He loves me
I love him
And even though were young at heart
You're the one in denial
Tired of creeping around when I'm craving for
His kiss
Whenever I'm lonely he is the only one
I miss
You say it ain't right but I think that you got it wrong
It's bliss
And I love him yeah yeah
I love him
He makes me go oo-oo-ooooo
When he looks at me
Oo-ooo-ooo
And it's plain to see
Nothing you can do-oo-ooooo
To discourage me
And I love him
I really love him
My parents say I'm too good and that he doesn't deserve me
My friends think he's not cool enough so they'd rather desert me
My sister says her boyfriend has a brother and she'll introduce me
But I don't want him, no
I've got my man
There's nothing you can do-oo-oooo
To discourage me
I'm cool with my man's family
If you were in my shoes
You'd feel differently
But you're in denial
You're in denial
You're the one in denial
You're the one, you're the one
You're the one in denial
Said I would cry for him
Lie for him
Hell I'd even die for him
Cry for him
Lie for him
Hell I'd even die for him
Cry for him
Lie for him
Hell I'd even die for him
E esta musiquinha da Joss Stone. Que bem que acompanha um dia destes.
"Young At Heart"
You're wasting your time
Trying to tear us apart
You can't stop our plans
We were destined from the start
He loves me
I love him
And even though were young at heart
You're the one in denial
Tired of creeping around when I'm craving for
His kiss
Whenever I'm lonely he is the only one
I miss
You say it ain't right but I think that you got it wrong
It's bliss
And I love him yeah yeah
I love him
He makes me go oo-oo-ooooo
When he looks at me
Oo-ooo-ooo
And it's plain to see
Nothing you can do-oo-ooooo
To discourage me
And I love him
I really love him
My parents say I'm too good and that he doesn't deserve me
My friends think he's not cool enough so they'd rather desert me
My sister says her boyfriend has a brother and she'll introduce me
But I don't want him, no
I've got my man
There's nothing you can do-oo-oooo
To discourage me
I'm cool with my man's family
If you were in my shoes
You'd feel differently
But you're in denial
You're in denial
You're the one in denial
You're the one, you're the one
You're the one in denial
Said I would cry for him
Lie for him
Hell I'd even die for him
Cry for him
Lie for him
Hell I'd even die for him
Cry for him
Lie for him
Hell I'd even die for him
Coisas de gaja
Percebemos que a nossa franja está a precisar de ser cortada quando a máscara de pestanas se transforma em máscara de franja.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Right
Para que fique registado, e porque também é para isso que serve o meu blog, a segunda-feira passada foi um dia memorável por boas razões.
Porque dormi até me apetecer. Porque as pessoas que amo estavam bem. Porque estava sol. Porque estive numa esplanada à beira-mar. Porque bebi gin tónico. E caipiroskas. Porque comi divinalmente. Porque consegui reunir num mesmo dia em meu redor pessoas que adoro de paixão. Porque elas me fizeram sentir que gostam de volta. Porque fiz algo que nunca tinha feito. Porque passei a meia-noite com uma amiga que fazia anos no dia seguinte. Porque abracei e beijei muitas pessoas certas. Porque a vida se fez mesmo sentir.
Porque dormi até me apetecer. Porque as pessoas que amo estavam bem. Porque estava sol. Porque estive numa esplanada à beira-mar. Porque bebi gin tónico. E caipiroskas. Porque comi divinalmente. Porque consegui reunir num mesmo dia em meu redor pessoas que adoro de paixão. Porque elas me fizeram sentir que gostam de volta. Porque fiz algo que nunca tinha feito. Porque passei a meia-noite com uma amiga que fazia anos no dia seguinte. Porque abracei e beijei muitas pessoas certas. Porque a vida se fez mesmo sentir.
Read my lips
Lipstick Jungle, a Victory e o Joe, ontem:
Ela - Don't you want to marry me anymore?
Ele - I do, but...
Ela - No buts, just I do.
Aiiiiiiiiiiii que o meu pobre coraçãozinho não aguenta. Tanta emoção.
Ela - Don't you want to marry me anymore?
Ele - I do, but...
Ela - No buts, just I do.
Aiiiiiiiiiiii que o meu pobre coraçãozinho não aguenta. Tanta emoção.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
O sexo e a vila
Comentava-se acerca de uma colega de trabalho, geralmente muito apagadinha, que ontem vi muito gira, luminosa. Vestido giro, cabelo solto, cheio de volume e de caracóis. Gira.
A conversa que se seguiu:
- "Hummm, deve haver aí história..." (estou a ficcionar, a expressão utilizada não foi esta mas, enfim, vamos tentar não descer demasiado o nível aqui. Pelo menos aqui).
- "Era disso que eu precisava... a ver se me encaracolava o cabelo!".
Deus, obrigada pelas minhas amigas!
A conversa que se seguiu:
- "Hummm, deve haver aí história..." (estou a ficcionar, a expressão utilizada não foi esta mas, enfim, vamos tentar não descer demasiado o nível aqui. Pelo menos aqui).
- "Era disso que eu precisava... a ver se me encaracolava o cabelo!".
Deus, obrigada pelas minhas amigas!
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Rock my body

Esta música, e este rapaz, combinados com o sol MARAVILHOSO que hoje se apresenta lá fora, são coisas para fazer deste dia um dia muito agradável.
«Don't be so quick to walk away
Dance with me
I wanna rock your body
Please stay
Dance with me
You don't have to admit you wanna play
Dance with me
Just let me rock you
Till the break of day
Dance with me
Got time, but I don't mind
Just wanna rock you girl
I'll have whatever you have
Come on, just give it up girl
See I've been watching you
I like the way you move
So go ahead, girl, just do
That ass shaking thing you do»
Justin Timberlake, Rock Your Body
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