Difícil, acreditar que está a começar mais uma semana quando a anterior me engoliu de repente.
Ainda ontem foi segunda. Ainda ontem foi sexta. Ainda hoje é segunda.
A passada, passei-a embrenhada no trabalho que a cada dia, a cada semana, a cada mês, me dá mais gozo.
Se tudo correr bem e desta vez as máquinas não decidirem encravar, lá para o final desta semana já cá o tenho, o menino, nos braços.
Segunda, terça, quarta e quinta-feira, dias colados ao(s) teclado(s) e ao(s) monitor(es), totalmente absorvida pela coisa que mais prazer me dá fazer, logo a seguir à escrita e à edição dos textos: a produção, a maquetagem, o corta-e-cola de antigamente, transformado agora em cut-and-paste.
O d., que faz estas maratonas de braço dado comigo, o dono do outro par de mãos que faz este trabalho, chegou a arranjar-me um cantinho lá no atelier, entre a secretária dele e a do c., para que pudesse aproveitar o tempo enquanto ele faz coisas nas quais não meto o bedelho e ir escrevendo mais um textinho, que é mesmo o que falta para fechar mais uma página.
Trabalhar com pessoas que acabam por tornar-se nossas amigas é uma sorte.
Mais do que uma sorte, é uma felicidade.
Não sei se o mérito é meu, mas tenho deixado amigo(a)s nos sítios onde tenho trabalhado. O que é bom.
Tenho feitos amigos, aqui. Duas amigas, em particular, muito queridas. Mais uma boa meia dúzia de óptimas pessoas das quais gosto muito. Mais um grupo alargado de colegas capaz de transformar o mais cansativo e enfadonho dos dias numa festa.
Uma das noites da semana foi passada em frente ao computador, em casa, a escrever textos que tinham mesmo de o ser. Até à uma da manhã, algo que, quem me conhece sabe, exige de mim um esforço sobre-humano.
Dormi bem, mas pouco, fartei-me de trabalhar no dia seguinte, em que tinha agendado um ‘serviço’ de agenda na rua.
Uma correria, na tentativa de chegar a tempo, chegámos, e bem, a horas, porque, já sabemos, toda a gente se atrasa sempre nestas coisas.
Fim de tarde, esplanada em cima do rio, o pôr-do-sol mais bonito que é possível, uns acepipes ‘daqui’, um copo de vinho de Carcavelos e um grupo de colegas 5*. Sim, estou a falar de trabalho…
Melhor? Impossível.
Naquele momento, o meu emprego pareceu-me o melhor do Mundo.
A sério. E disse-o. Disse-o várias vezes, até que houve quem arriscasse o palpite de que talvez já tivesse bebido um bocadinho de vinho a mais.
Tentaram tirar-me o copo da mão.
Mas não, a verdade é que dou mesmo valor a momentos assim e aqueles valeram pela semana intensa de trabalho, que ainda nem sequer tinha chegado ao fim.
O vinho produziu efeito, sim, mas mais tarde, quando embalada pelo movimento do carro, a caminho de casa.
Esforcei-me para manter os olhos abertos. Claro que tanta dedicação à causa redunda, geralmente, numa muito escassa vontade de cozinhar – esta já de si é pouca – pelo que naquela noite houve pizza…
Eu sei que há pratos facílimos de fazer e que só é preciso ter um bocadinho de imaginação mas a minha esgoto-a na escrita e depois faz-me falta frente ao fogão, OK?
Não é que eu cozinhe mal, não é bem isso, a questão é que não consigo dar conta de todos os recados, tipo expoente máximo daquela amiga do Marco Paulo que era uma lady na mesa e uma louca na cama… J
Tinha pensado substituir, este fim-de-semana, as plantas moribundas da minha varanda por umas novas e cheias de flores, mas a Mãe sugeriu que esperássemos mais uma semana, porque o tempo ainda está a fazer caretas e a Primavera parece que ainda não decidiu instalar-se definitivamente.
De maneiras que a ida ao viveiro ficou adiada para a semana que vem e em vez disso fomos passear e fazer um bocado de ‘window shopping’, que é uma coisa que gostamos muito de fazer juntas.
Aproveitámos para tratar dos presentes de aniversário do Pai, que faz anos amanhã.
Passei a tarde de sábado no cabeleireiro, algo que é sempre revigorante.
E o domingo a não fazer nada [excepto pôr roupa a lavar / estender roupa / arrumar a casa / fazer jantar para quatro / ver o resumo dos ‘Perdidos’ e o primeiro episódio da nova série com o Rodrigo Santoro e ainda o ‘Eixo do Mal’ e a final dos ‘Grandes Portugueses’, sim, o Salazar foi votado como o maior português de todos os tempos], o que também pode ser muito estimulante.
Entretanto mudou a hora. Quando acordei hoje estava mais frio e mais escuro do que é costume, mas isto passa, só custam os primeiros dias.
Em compensação, está quase na hora de ir para a casa e lá fora o Sol brilha… Iupi, é segunda-feira…
segunda-feira, 26 de março de 2007
quarta-feira, 21 de março de 2007
O belo do equinócio foi hoje
Só para assinalar que estou bem de saúde, a família também, graças a Deus e felizmente, e que estou atolada em trabalho até à pontinha dos cabelos.
Não podia, no entanto, deixar passar em claro o facto de ter começado a Primavera, iupi, iupi.
Também não queria deixar de manifestar a minh'enorm'alegria pela mudança da hora que, segundo me disseram, ocorre já este fim-de-semana, pelo que os dias começam a ficar granjolas e isso é sem dúvida muito fixe.
Está um frio de rachar (eu sei porque acabei de vir da varanda, onde estive a estender roupa...), mas amanhã vamos ter solinho outra vez (também sei disto porque acabei de vir da varanda e o céu está todo estreladinho...) e, se tudo correr bem, hei-de conseguir almoçar numa esplanada.
Estou com pressa porque trouxe trabalho para casa mas estou mesmo bem disposta.
Para dar um ar um bocado mais científico e sério a este post, aqui vai:
«A palavra equinócio vem do Latim e significa "noites iguais". Os equinócios acontecem em Março e Setembro, as duas ocasiões em que o dia e a noite tem duração igual. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol é o instante em que metade do corpo solar está acima (ou metade abaixo) do horizonte, e o pôr do Sol o instante em que o corpo solar encontra-se metade abaixo (ou metade acima) do horizonte. Com esta definição o dia durante os equinócios tem 12 horas de duração».
Ora toma.
E graças ao equinócio, já estamos na Primavera... :)
Não podia, no entanto, deixar passar em claro o facto de ter começado a Primavera, iupi, iupi.
Também não queria deixar de manifestar a minh'enorm'alegria pela mudança da hora que, segundo me disseram, ocorre já este fim-de-semana, pelo que os dias começam a ficar granjolas e isso é sem dúvida muito fixe.
Está um frio de rachar (eu sei porque acabei de vir da varanda, onde estive a estender roupa...), mas amanhã vamos ter solinho outra vez (também sei disto porque acabei de vir da varanda e o céu está todo estreladinho...) e, se tudo correr bem, hei-de conseguir almoçar numa esplanada.
Estou com pressa porque trouxe trabalho para casa mas estou mesmo bem disposta.
Para dar um ar um bocado mais científico e sério a este post, aqui vai:
«A palavra equinócio vem do Latim e significa "noites iguais". Os equinócios acontecem em Março e Setembro, as duas ocasiões em que o dia e a noite tem duração igual. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol é o instante em que metade do corpo solar está acima (ou metade abaixo) do horizonte, e o pôr do Sol o instante em que o corpo solar encontra-se metade abaixo (ou metade acima) do horizonte. Com esta definição o dia durante os equinócios tem 12 horas de duração».
Ora toma.
E graças ao equinócio, já estamos na Primavera... :)
quarta-feira, 14 de março de 2007
J.T. - Parte 532
Excluindo o tempo que tenho passado a dormir, nestes últimos dias os "meus" momentos têm-se resumido ao interior da minha viatura, onde passo, diga-se, bem mais tempo do que desejava... será possível que toda a gente saia de Cascais em direcção a Oeiras e a Lisboa ao mesmo tempo que eu?!?...
Whatever. Dentro do meu carro continuo a consumir freneticamente:
a) antena 3
b) Justin Timberlake
A minha mais recente descoberta [sim, estou a descobrir o álbum dos bocadinhos] foi uma música que dá pelo nome título de "Lovestoned / I Think She Knows Interlude".
Muito bom... este jovem faz-se...
She's freaky and she knows it
She's freaky and I like it
Listen
She grabs the yellow bottle
She likes the way it hits her lips
She gets to the bottom
It sends her on a trip so right
She might be goin' home with me tonight
She looks like a model
Except she's got a little more ass
Don't even bother
Unless you've got that thing she likes
I hope she's goin' home with me tonight
Those flashing lights come from everywhere
The way they hit her
I just stop and stare
She's got me love stoned
Man I swear she's bad and she knows
I think that she knows
She's freaky and she knows it
She's freaky, but I like it
She shuts the room down
The way she walks and causes a fuss
The baddest in town
She's flawless like some uncut ice
I hope she's goin' home with me tonight
And all she wants is to dance
That's why you'll find her on the floor
But you don't have a chance
Unless you move the way that she likes
That's why she's goin' home with me tonight
Those flashing lights come from everywhere
The way they hit her I just stop and stare
She's got me love stoned
Man I swear she's bad and she knows
I think that she knows
Those flashing lights seem to cause a glare
The way they hit her I just stop and stare
She's got me love stoned from everywhere
She's bad and she knows
I think that she knows
Now danceLittle girl
You're freaky, but I like it
Hot damn!
Let me put my funk on this one time
Whatever. Dentro do meu carro continuo a consumir freneticamente:
a) antena 3
b) Justin Timberlake
A minha mais recente descoberta [sim, estou a descobrir o álbum dos bocadinhos] foi uma música que dá pelo nome título de "Lovestoned / I Think She Knows Interlude".
Muito bom... este jovem faz-se...
She's freaky and she knows it
She's freaky and I like it
Listen
She grabs the yellow bottle
She likes the way it hits her lips
She gets to the bottom
It sends her on a trip so right
She might be goin' home with me tonight
She looks like a model
Except she's got a little more ass
Don't even bother
Unless you've got that thing she likes
I hope she's goin' home with me tonight
Those flashing lights come from everywhere
The way they hit her
I just stop and stare
She's got me love stoned
Man I swear she's bad and she knows
I think that she knows
She's freaky and she knows it
She's freaky, but I like it
She shuts the room down
The way she walks and causes a fuss
The baddest in town
She's flawless like some uncut ice
I hope she's goin' home with me tonight
And all she wants is to dance
That's why you'll find her on the floor
But you don't have a chance
Unless you move the way that she likes
That's why she's goin' home with me tonight
Those flashing lights come from everywhere
The way they hit her I just stop and stare
She's got me love stoned
Man I swear she's bad and she knows
I think that she knows
Those flashing lights seem to cause a glare
The way they hit her I just stop and stare
She's got me love stoned from everywhere
She's bad and she knows
I think that she knows
Now danceLittle girl
You're freaky, but I like it
Hot damn!
Let me put my funk on this one time
sexta-feira, 9 de março de 2007
quinta-feira, 8 de março de 2007
Fidalgo
Confesso... hoje estou um bocadinho dispersa... Tenho desculpa, parece-me. Quais são as probabilidades de se conjugarem todos os factores que passo a enunciar:
a) sol firme e céu azul
b) ser dia internacional da mulher
c) faltarem duas semanas para o começo da primavera
d) ser quinta-feira, logo, amanhã ser sexta
e) gozarmos todos de boa saúdinha, felizmente
Tudo isto num mesmo dia. É bom.
A quinta-feira traz consigo duas boas revistas, a Visão e a Sábado.
Destaco, da Visão desta semana, a crónica do António Lobo Antunes, maravilhosamente bem escrita (gosto desta expressão. Duvido que seja português correcto, mas enfim, hoje tenho desculpa...).
Não sei se foi de propósito, mas esta semana escreve na primeira pessoa mas na pele de uma mulher. É, na minha interpretação, sobre a forma como os nossos critérios, as nossas exigências e mesmo os nossos padrões (de beleza, por exemplo), se vão alterando, ao longo dos anos ou conforme as circunstâncias.
No que aos homens diz respeito, por exemplo. Naturalmente, aos 15 o aspecto é quase tudo o que conta. Com ligeiras oscilações, porque de vez em quando me encantava por alguém diferente, durante a adolescência, quanto mais bronzeado, mais louro e mais areia nos pés, melhor. Namorar (ou mesmo 'curtir'...) com um surfista estava assim no topo das aspirações, no que ao campo "amoroso" dizia respeito.
Lá pelos 18, os padrões alteraram-se. O look betinho passou a fazer muito mais sucesso. Bem, se fosse surfista e com look betinho, melhor ainda. Desde que não faltassem as camisas aos quadrados, as levi's e os sapatos vela (variações admitidas - vestuário surfístico, mas tudo muito aprumadinho, de preferência já sem areia nos pés).
Agora que penso nisso, acho que este padrão se manteve sem grande mudanças durante muitos anos.
Os meus namorados (e foram só 2, 4 anos para cada 1...) obedeciam a este critério. É natural. Os homens da minha vida corresponderam às minhas necessidades/aspirações do momento.
Numa fase da minha vida em que me apetecia sair à noite e divertir-me, tive um namorado que me acompanhava. Quando ele se cansou das borgas e começou a sufocar-me com os ciúmes, impedindo-me de fazer o que quer que ele não quizesse fazer, separámo-nos.
Como precisava de respirar, tive depois um namorado que deixava tudo nas minhas mãos. Uma espécie de relação dominador/dominado, sendo que eu era a dominadora e ele o dominado.
Respirei tanto que em vez de falta de ar passei a sentir ar a mais.
Foi então que conheci a pessoa que correspondia aos meus anseios do momento. Alguém com quem podia trocar de papéis, dominador/dominado, consoante as circunstâncias. Alguém que me transmitia segurança e me fazia sentir que não teria de ser sempre eu a decidir e a tomar as rédeas de tudo, em todas as circuntâncias.
Quanto aos padrões de beleza, há coisas que com os anos passam a contar mais. Claro que os homens por quem me apaixonei foram sempre bonitos, pelo menos para mim.
E não há um, unzinho sequer, em relação ao qual eu hoje diga "ai meu Deus, como é que eu fui capaz?". Não, nenhum.
Claro que aquilo que um homem deita pela boca fora (ou aquilo que escreve) passa a ter muito mais importância à medida que os anos passam.
Mesmo assim, os meus instintos não me têm enganado e, regra geral, os meus relacionamentos, mesmo os mais longos, partiram de uma atracção à primeira vista. Num dos casos, fui reincidente. A primeira vista repetiu-se duas vezes, depois de uns anos em que andámos desencontrados. E foi bom das duas vezes.
Curiosamente, apesar de ter achado o meu marido um homem extremamente interessante desde a primeira vez que o vi, não simpatizei inicialmente com ele.
Acho que o primeiro homem que me conquistou após muito tempo de convivência foi um colega de faculdade. Não houve faísca, confesso. Foi com o tempo, com o conhecimento, depois e horas e horas de conversas, com as cartas, julgo que as únicas que podem ser verdadeiramente consideradas cartas de amor que alguém alguma vez me escreveu, enviadas pelo correio, à moda antiga mesmo, que me vi completamente envolvida. Com alguém com quem nunca cheguei realmente a envolver-me. As pessoas certas, na altura errada. Lá está.
Bem, considerações dispersas à parte, somethings never change. Não para mim, pelo menos.
E hoje, porque é dia da mulher, permito-me a referência a um homem que, acredito, ter-me-ia interessado aos 15, aos 20, aos 25...
Fidalgo, José Fidalgo. E a nova campanha da Throttleman. BRUTAL!!! LOL
a) sol firme e céu azul
b) ser dia internacional da mulher
c) faltarem duas semanas para o começo da primavera
d) ser quinta-feira, logo, amanhã ser sexta
e) gozarmos todos de boa saúdinha, felizmente
Tudo isto num mesmo dia. É bom.
A quinta-feira traz consigo duas boas revistas, a Visão e a Sábado.
Destaco, da Visão desta semana, a crónica do António Lobo Antunes, maravilhosamente bem escrita (gosto desta expressão. Duvido que seja português correcto, mas enfim, hoje tenho desculpa...).
Não sei se foi de propósito, mas esta semana escreve na primeira pessoa mas na pele de uma mulher. É, na minha interpretação, sobre a forma como os nossos critérios, as nossas exigências e mesmo os nossos padrões (de beleza, por exemplo), se vão alterando, ao longo dos anos ou conforme as circunstâncias.
No que aos homens diz respeito, por exemplo. Naturalmente, aos 15 o aspecto é quase tudo o que conta. Com ligeiras oscilações, porque de vez em quando me encantava por alguém diferente, durante a adolescência, quanto mais bronzeado, mais louro e mais areia nos pés, melhor. Namorar (ou mesmo 'curtir'...) com um surfista estava assim no topo das aspirações, no que ao campo "amoroso" dizia respeito.
Lá pelos 18, os padrões alteraram-se. O look betinho passou a fazer muito mais sucesso. Bem, se fosse surfista e com look betinho, melhor ainda. Desde que não faltassem as camisas aos quadrados, as levi's e os sapatos vela (variações admitidas - vestuário surfístico, mas tudo muito aprumadinho, de preferência já sem areia nos pés).
Agora que penso nisso, acho que este padrão se manteve sem grande mudanças durante muitos anos.
Os meus namorados (e foram só 2, 4 anos para cada 1...) obedeciam a este critério. É natural. Os homens da minha vida corresponderam às minhas necessidades/aspirações do momento.
Numa fase da minha vida em que me apetecia sair à noite e divertir-me, tive um namorado que me acompanhava. Quando ele se cansou das borgas e começou a sufocar-me com os ciúmes, impedindo-me de fazer o que quer que ele não quizesse fazer, separámo-nos.
Como precisava de respirar, tive depois um namorado que deixava tudo nas minhas mãos. Uma espécie de relação dominador/dominado, sendo que eu era a dominadora e ele o dominado.
Respirei tanto que em vez de falta de ar passei a sentir ar a mais.
Foi então que conheci a pessoa que correspondia aos meus anseios do momento. Alguém com quem podia trocar de papéis, dominador/dominado, consoante as circunstâncias. Alguém que me transmitia segurança e me fazia sentir que não teria de ser sempre eu a decidir e a tomar as rédeas de tudo, em todas as circuntâncias.
Quanto aos padrões de beleza, há coisas que com os anos passam a contar mais. Claro que os homens por quem me apaixonei foram sempre bonitos, pelo menos para mim.
E não há um, unzinho sequer, em relação ao qual eu hoje diga "ai meu Deus, como é que eu fui capaz?". Não, nenhum.
Claro que aquilo que um homem deita pela boca fora (ou aquilo que escreve) passa a ter muito mais importância à medida que os anos passam.
Mesmo assim, os meus instintos não me têm enganado e, regra geral, os meus relacionamentos, mesmo os mais longos, partiram de uma atracção à primeira vista. Num dos casos, fui reincidente. A primeira vista repetiu-se duas vezes, depois de uns anos em que andámos desencontrados. E foi bom das duas vezes.
Curiosamente, apesar de ter achado o meu marido um homem extremamente interessante desde a primeira vez que o vi, não simpatizei inicialmente com ele.
Acho que o primeiro homem que me conquistou após muito tempo de convivência foi um colega de faculdade. Não houve faísca, confesso. Foi com o tempo, com o conhecimento, depois e horas e horas de conversas, com as cartas, julgo que as únicas que podem ser verdadeiramente consideradas cartas de amor que alguém alguma vez me escreveu, enviadas pelo correio, à moda antiga mesmo, que me vi completamente envolvida. Com alguém com quem nunca cheguei realmente a envolver-me. As pessoas certas, na altura errada. Lá está.
Bem, considerações dispersas à parte, somethings never change. Não para mim, pelo menos.
E hoje, porque é dia da mulher, permito-me a referência a um homem que, acredito, ter-me-ia interessado aos 15, aos 20, aos 25...
Fidalgo, José Fidalgo. E a nova campanha da Throttleman. BRUTAL!!! LOL
quarta-feira, 7 de março de 2007
Mulheraças!
1 - Já disse que adoro a música nova dos Blasted Mechanism, "All the way"?... ainda não tinha dito, mas digo agora. É muito boa. Um dos elementos dos Blasted andou na minha turma, no liceu. Claro que ele já não se deve lembrar de mim, porque eu não sou famosa... :) mas eu lembro-me. E era 5*.
2 - Amanhã, 8 de Março, celebra-se o Dia Internacional da Mulher. Como gosto de jogadas de antecipação, deixo já aqui o meu manifesto de admiração pelas 'minhas' mulheres...
Mulheraças!
Começo com um statement. E não quero que soe a pretensão. Simplesmente, faço questão de, para início de conversa, deixar claro que não pretendo fazer deste artigo uma glorificação a uma entidade a que, com graça, um amigo meu apelida de “Nossa Senhora dos Lugares Comuns”.
Faço-o porque escreverei sobre mulheres e porque não é minha intenção repetir, à exaustão, todos esses lugares comuns que por estes dias, certamente, correrão de boca em boca.
Para evitá-lo, socorro-me de uma amostra de mulheres. As que conheço, as que me estão mais próximas, as que posso denominar de “minhas” mulheres.
Falo… da minha Avó, naturalmente, da minha Mãe, das minhas queridas amigas, das minhas colegas. Julgo que será mais que suficiente. Mas vejamos.
Casadas ou nem tanto, com ou sem filhos, todas elas – excluo a minha Avó, que se ocupa sobretudo da jardinagem – estão empregadas. Digo, trabalham. Fora de casa, bem entendido. Enfim, são pagas para desempenhar uma determinada função, fazem-no, cumprem horários e regras, respondem perante um superior.
Observo-as, espreitando para dentro dos tubos de ensaio onde acabei de as colocar.
Em todas elas reconheço ambição. Vontade de “vencer na vida” (os lugares comuns perseguem-me…). Desejo de realização profissional. Não as percebo conformadas, antes lutadoras. Não imagino que alguma delas esteja disposta a abdicar daquilo a que chamam “carreira”.
Mais ou menos adaptadas às funções de desempenham, esforçam-se, procuram dar de si o melhor, congratulam-se com os elogios e os sucessos alcançados. São profissionais, de mão cheia!
As suas existências não se esgotam, contudo, e felizmente, no empenho que colocam no cumprimento das suas obrigações laborais.
Findo o dia de trabalho, acalentam uma outra vida. A doméstica, se é que me faço entender. E é neste campo que a minha amostra se revela verdadeiramente polivalente.
Da imensa lista que tarefas que abraçam diariamente com renovada… alegria… posso destacar o carinho que dedicam aos Homens da sua vida. Falo dos Homens, pela primeira vez, mas não pela última, garanto.
Falava eu do carinho. Que não se esgota nos Homens. Distribui-se pelas mães, pelos pais, pelos filhos, pelas irmãs, pelos irmãos, pelos sobrinhos, pelas sobrinhas, pelas cunhadas e cunhados, pelos sogros e sogras, enfim… distribui-se, em doses ENORMES.
Mas há mais. E é aqui que as coisas começam a complicar-se.
O abastecer do frigorífico e da despensa, as refeições, religiosamente, a tempo e horas, a roupa, lavada, engomada, pendurada, a casa, arejada, aspirada, bem decorada, o pó, que não está lá, onde devia, em cima dos móveis, os cães e os gatos, alimentados, vacinados e escovados, as crianças, trabalhos de casa feitos, banho tomado, pijama vestido, jantar na mesa, não, jantar ao lume, mexe, tapa e destapa as panelas, num virote, e o telefone que toca, é preciso atender, e agora um que espirra, outro que tosse, é uma virose, as reuniões, na escola, e as notas, que sobem e descem, e aquele livro para ler, aquele filme para ver, aquele disco que queria comprar… e ter tempo para ouvir.
Detenho-me a mirá-las, novamente… e não é que as admiro! Mesmo!
Cabelo alinhado, maquilhagem, manicura, a roupa e os sapatos da moda, impecáveis, não caminham, flutuam, sobre o sentido do dever cumprido. E no rosto, o sorriso, o sorriso franco e aberto de quem, afinal, não carrega assim grande peso nas costas. Ou será que carrega?
Estará viciada, esta minha amostra? Não creio. Esforço-me por ser bastante imparcial na análise e concluo que não são mulheres. São MULHERAÇAS estas de quem falo.
E são “minhas”, já o disse. Inspiram-me, diariamente, com o seu exemplo. De força, de coragem, de amor, de amizade, de abnegação, de fé, de delicadeza na resolução dos problemas e dos conflitos, de determinação, de garra, de obstinação.
Retorno aos Homens, conforme prometido. Para lhes render uma homenagem, desta vez. Estes homens, em particular, que partilham a vida com as mulheres de quem falo, escolheram-nas. E tiveram olho! Conhecem-nas, bem, e ao seu lado lunar. E amam-nas!
Lugares comuns à parte, que o Dia da Mulher seja vivido da melhor forma possível. Lá para as minhas bandas instituímos, há uns anos, um encontro de amigas para celebrar o 8 de Março.
Se servir de pretexto para nos reunirmos, à volta de uma mesa, a ingerir calorias, despreocupadas, e a discutir trivialidades, comemoremo-lo duas vezes por ano! Se a reboque nos der para nos mimarmos com uma incursão desvairada pelo shopping, uma visita ao cabeleireiro ou uma sessão de massagens, então que seja uma vez por mês! E se para nos fazer ainda mais felizes tivermos à nossa espera um ramo de flores, bilhetes para o teatro e um jantar romântico, então que seja todas as semanas!... exigente, eu? Afinal, também sou mulher…
nota: este texto foi escrito há precisamente um ano e publicado, nessa altura, num jornal local. Estive a relê-lo e por manter tudo o que disse, achei que valia a pena 'imortalizá-lo' nas minhas águas-furtadas.
2 - Amanhã, 8 de Março, celebra-se o Dia Internacional da Mulher. Como gosto de jogadas de antecipação, deixo já aqui o meu manifesto de admiração pelas 'minhas' mulheres...
Mulheraças!
Começo com um statement. E não quero que soe a pretensão. Simplesmente, faço questão de, para início de conversa, deixar claro que não pretendo fazer deste artigo uma glorificação a uma entidade a que, com graça, um amigo meu apelida de “Nossa Senhora dos Lugares Comuns”.
Faço-o porque escreverei sobre mulheres e porque não é minha intenção repetir, à exaustão, todos esses lugares comuns que por estes dias, certamente, correrão de boca em boca.
Para evitá-lo, socorro-me de uma amostra de mulheres. As que conheço, as que me estão mais próximas, as que posso denominar de “minhas” mulheres.
Falo… da minha Avó, naturalmente, da minha Mãe, das minhas queridas amigas, das minhas colegas. Julgo que será mais que suficiente. Mas vejamos.
Casadas ou nem tanto, com ou sem filhos, todas elas – excluo a minha Avó, que se ocupa sobretudo da jardinagem – estão empregadas. Digo, trabalham. Fora de casa, bem entendido. Enfim, são pagas para desempenhar uma determinada função, fazem-no, cumprem horários e regras, respondem perante um superior.
Observo-as, espreitando para dentro dos tubos de ensaio onde acabei de as colocar.
Em todas elas reconheço ambição. Vontade de “vencer na vida” (os lugares comuns perseguem-me…). Desejo de realização profissional. Não as percebo conformadas, antes lutadoras. Não imagino que alguma delas esteja disposta a abdicar daquilo a que chamam “carreira”.
Mais ou menos adaptadas às funções de desempenham, esforçam-se, procuram dar de si o melhor, congratulam-se com os elogios e os sucessos alcançados. São profissionais, de mão cheia!
As suas existências não se esgotam, contudo, e felizmente, no empenho que colocam no cumprimento das suas obrigações laborais.
Findo o dia de trabalho, acalentam uma outra vida. A doméstica, se é que me faço entender. E é neste campo que a minha amostra se revela verdadeiramente polivalente.
Da imensa lista que tarefas que abraçam diariamente com renovada… alegria… posso destacar o carinho que dedicam aos Homens da sua vida. Falo dos Homens, pela primeira vez, mas não pela última, garanto.
Falava eu do carinho. Que não se esgota nos Homens. Distribui-se pelas mães, pelos pais, pelos filhos, pelas irmãs, pelos irmãos, pelos sobrinhos, pelas sobrinhas, pelas cunhadas e cunhados, pelos sogros e sogras, enfim… distribui-se, em doses ENORMES.
Mas há mais. E é aqui que as coisas começam a complicar-se.
O abastecer do frigorífico e da despensa, as refeições, religiosamente, a tempo e horas, a roupa, lavada, engomada, pendurada, a casa, arejada, aspirada, bem decorada, o pó, que não está lá, onde devia, em cima dos móveis, os cães e os gatos, alimentados, vacinados e escovados, as crianças, trabalhos de casa feitos, banho tomado, pijama vestido, jantar na mesa, não, jantar ao lume, mexe, tapa e destapa as panelas, num virote, e o telefone que toca, é preciso atender, e agora um que espirra, outro que tosse, é uma virose, as reuniões, na escola, e as notas, que sobem e descem, e aquele livro para ler, aquele filme para ver, aquele disco que queria comprar… e ter tempo para ouvir.
Detenho-me a mirá-las, novamente… e não é que as admiro! Mesmo!
Cabelo alinhado, maquilhagem, manicura, a roupa e os sapatos da moda, impecáveis, não caminham, flutuam, sobre o sentido do dever cumprido. E no rosto, o sorriso, o sorriso franco e aberto de quem, afinal, não carrega assim grande peso nas costas. Ou será que carrega?
Estará viciada, esta minha amostra? Não creio. Esforço-me por ser bastante imparcial na análise e concluo que não são mulheres. São MULHERAÇAS estas de quem falo.
E são “minhas”, já o disse. Inspiram-me, diariamente, com o seu exemplo. De força, de coragem, de amor, de amizade, de abnegação, de fé, de delicadeza na resolução dos problemas e dos conflitos, de determinação, de garra, de obstinação.
Retorno aos Homens, conforme prometido. Para lhes render uma homenagem, desta vez. Estes homens, em particular, que partilham a vida com as mulheres de quem falo, escolheram-nas. E tiveram olho! Conhecem-nas, bem, e ao seu lado lunar. E amam-nas!
Lugares comuns à parte, que o Dia da Mulher seja vivido da melhor forma possível. Lá para as minhas bandas instituímos, há uns anos, um encontro de amigas para celebrar o 8 de Março.
Se servir de pretexto para nos reunirmos, à volta de uma mesa, a ingerir calorias, despreocupadas, e a discutir trivialidades, comemoremo-lo duas vezes por ano! Se a reboque nos der para nos mimarmos com uma incursão desvairada pelo shopping, uma visita ao cabeleireiro ou uma sessão de massagens, então que seja uma vez por mês! E se para nos fazer ainda mais felizes tivermos à nossa espera um ramo de flores, bilhetes para o teatro e um jantar romântico, então que seja todas as semanas!... exigente, eu? Afinal, também sou mulher…
nota: este texto foi escrito há precisamente um ano e publicado, nessa altura, num jornal local. Estive a relê-lo e por manter tudo o que disse, achei que valia a pena 'imortalizá-lo' nas minhas águas-furtadas.
terça-feira, 6 de março de 2007
Quem é que está farto do Inverno, quem é?...
Faltarão, amanhã, duas semanas para o início da Primavera.
Eu já decretei, interiormente, o final do Inverno e deixei que o espírito primaveril se apoderasse totalmente de mim.
Se tudo isto é verdade, porque é que o tempo insiste em fazer-me caretas?!?... Que enfadonho! :)
Eu já decretei, interiormente, o final do Inverno e deixei que o espírito primaveril se apoderasse totalmente de mim.
Se tudo isto é verdade, porque é que o tempo insiste em fazer-me caretas?!?... Que enfadonho! :)
quinta-feira, 1 de março de 2007
1.º de Março


É de mim ou o dia 1 de Março marca uma espécie de entrada numa nova Era?... Bom, talvez seja de mim, e dos 'pingos', que hoje me esqueci de tomar... :)
Whatever.
Gosto do dia 1 de Março. Gosto, aliás, de todo o mês de Março. E estou mesmo bem disposta, porque, ao contrário do que parecia às sete da manhã, está sol, tímido, é certo, mas ainda assim sol.
Março é um excelente mês para uma série de coisas boas e a mim enche-me de esperança.
É a Natureza que se renova. É o frio que começa a ir embora. É o verde que começa a ganhar terreno. São as plantas e as flores a recuperar dos rigores do Inverno. São os passarinhos a chilrear. São as janelas de casa abertas e o solinho a entrar. É tempo de plantar. De mudar. De reformar. De redecorar. De arejar. De sair. De 'esplanadar'. De sentir a roupa a pesar menos sobre o corpo. De começar a ganhar cores. De pintar o cabelo de mais escuro e as unhas de mais claro. De matar saudades do branco e do amarelo. De fazer saladas. De deixar a Primavera tomar conta de nós. Gosto.
Durante muito tempo, dizia que havia de casar-me em Março. Pois. Não. Casei em Abril. Ainda assim, Primavera. Num dia que teve de tudo. Sol, calor, neblina, frio e chuva. Muita chuva, quando já estávamos, felizmente, a almoçar nas Furnas do Guincho.
Também costumava dizer que gostava de ser mãe em Março. Já não será neste, isso de certeza.
O Pai faz anos, em Março, no mesmo dia em que fui baptizada (ora bem, ele fazia 25 nesse dia, eu fiz 30, logo, o Pai faz 55 este ano... eh, eh, eh... não deve estar muito contente com a ideia...).
A r. foi mãe em Março. Vai fazer três anos que nasceu a florinha mais amorosa.
Por tudo isto e mais alguma coisa, estou a comemorar a chegada do mês de Março.
Flores, precisam-se!
Van Gogh também gostava delas. Papoilas. Na jarra. Ou não. E borboletas. Este mora lá em casa (em versão poster, que trouxémos de Amesterdão). É lindo e inspira-me todos os dias. Sobretudo hoje. Primeiro de Março.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Eu a cantar... é do melhor!
Desde que mo gravaram (thank's, Dad!), tenho esmiuçado o novo álbum do Justin Timberlake 'como se não houvesse amanhã'.
Posso dizer que fiquei verdadeiramente fãzoca!
Apaixonei-me à primeira pelo "What goes around..." [by the way, o vídeo, com a Scarlett Johansson, é pura e simplesmente um espectáculo].
À segunda, apaixonei-me pela música que dá nome ao disco, "FutureSexLoveSound".
Era mesmo o que me estava a apetecer ouvir neste momento... Boa para dar ao pézinho... Let's look at the trailer, then...
Future sex love sound
You know what you want
and that makes you just like me
see everybody says you're hot, baby
but can u make it hot for me
Say if you're thinking about holding back
don't worry girl
cause im gon make it so easy
So slide a little closer to me little girl
so daddy's only mission is pleased
She's coughed up for me
I've got her in my zone
Her body's whistled for me
I think she's ready to blow
Must be her future?sex, love sound
And when it goes down baby
oh you gotta do this
Just tell me which way u like that
Tell me which way u like that
do u like it like this
do u like it like that
tell me which way u like that
Tell me which way u like that
Ok, stop baby
I can't stop once you've turned me on
And im in your thoughts baby
So just let em go
Cause all I need is a moment
To give you my tongue and put you outta control
After let it in, skin to skin
It's just so natural
Wait a second
She's coughed up for me
I've got her in my zone
Her body's whistled for me
I think she's ready to blow
Must be her future?sex, love sound
And when it goes down baby oh you gotta do this
Just tell me which way u like that
Tell me which way u like that
do u like it like this
do u like it like that
just tell me which way u like that
Tell me which way u like that
Future sex love sound
Future sex love sound
Future sex love sound
Future sex love sound
Wait a second
She's coughed up for me
I've got her in my zone
Her body's whistled for me
I think she's ready to blow
Must be her future?sex, love sound
And when it goes down baby
oh you gotta do this
Just tell me which way u like that
Tell me which way u like that
do u like it like this
do u like it like that
just tell me which way u like that
Tell me which way u like that
Posso dizer que fiquei verdadeiramente fãzoca!
Apaixonei-me à primeira pelo "What goes around..." [by the way, o vídeo, com a Scarlett Johansson, é pura e simplesmente um espectáculo].
À segunda, apaixonei-me pela música que dá nome ao disco, "FutureSexLoveSound".
Era mesmo o que me estava a apetecer ouvir neste momento... Boa para dar ao pézinho... Let's look at the trailer, then...
Future sex love sound
You know what you want
and that makes you just like me
see everybody says you're hot, baby
but can u make it hot for me
Say if you're thinking about holding back
don't worry girl
cause im gon make it so easy
So slide a little closer to me little girl
so daddy's only mission is pleased
She's coughed up for me
I've got her in my zone
Her body's whistled for me
I think she's ready to blow
Must be her future?sex, love sound
And when it goes down baby
oh you gotta do this
Just tell me which way u like that
Tell me which way u like that
do u like it like this
do u like it like that
tell me which way u like that
Tell me which way u like that
Ok, stop baby
I can't stop once you've turned me on
And im in your thoughts baby
So just let em go
Cause all I need is a moment
To give you my tongue and put you outta control
After let it in, skin to skin
It's just so natural
Wait a second
She's coughed up for me
I've got her in my zone
Her body's whistled for me
I think she's ready to blow
Must be her future?sex, love sound
And when it goes down baby oh you gotta do this
Just tell me which way u like that
Tell me which way u like that
do u like it like this
do u like it like that
just tell me which way u like that
Tell me which way u like that
Future sex love sound
Future sex love sound
Future sex love sound
Future sex love sound
Wait a second
She's coughed up for me
I've got her in my zone
Her body's whistled for me
I think she's ready to blow
Must be her future?sex, love sound
And when it goes down baby
oh you gotta do this
Just tell me which way u like that
Tell me which way u like that
do u like it like this
do u like it like that
just tell me which way u like that
Tell me which way u like that
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
Perfeito, perfeito...

... é o George Clooney, mas o Pierce Brosnan não se saiu nada mal no papel de protagonista de um dos filmes que mais gostamos de rever lá em casa.
Passou na televisão, ontem à tarde, "The Thomas Crown Affair", que é um filme que tanto eu como o meu marido adoramos.
Ele, suspeito, por causa da René Russo. Diga-se de passagem que o meu marido tem muito bom gosto porque a mulher é bonita com'ó raio...
O filme é, de facto, muito giro, porque mistura uma data de géneros e resulta tudo muito bem no final.
A cena em que os dois se beijam pela primeira vez, no baile, depois de dançarem juntos uma rumba é divina! A (parvalhona) da René Russo transpira sensualidade por todos os poros e o Pierce responde, à altura.
Adoro quando ele lhe pergunta "Do you wanna dance... or do you wanna dance?". Ela queria, de facto, dançar... E quem pode censurá-la?... :)
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Pocahontas vs. Cleópatra



Lembrei-me disto a propósito de uma brincadeira de um amigo, que quis saber se me tinha mascarado de enfermeira neste Carnaval (ah, ah, ah...). Lembrei-me de que, a disfarçar-me, provavelmente seria de Pocahontas, uma vez que já mais do que uma pessoa me associou a essa personagem.
Pocahontas foi uma princesa índia, que chegou ao conhecimento geral depois do filme animado da Disney com o mesmo nome.
Qualquer coisa na minha fisionomia deve, de facto, remeter para o universo índio. Só não sei bem o quê...
Em míuda usei sempre o cabelo muito comprido. Sendo ele muito lisinho e fino, a minha Mãe arranjava mil e um estratagemas para mo enfeitar e era raro o dia em que saía de casa sem um acessório no cabelo.
Ele eram ganchos, ele eram bandoletes, ele eram rabos-de-cavalo, muito bem amarrados, muito no alto da cabeça, e, claro, as inevitáveis tranças.
Ora as tranças são facilmente associadas às índias e, de facto, os meus colegas de escola metiam-se comigo a esse respeito.
O meu cabelo continua a não ter gracinha nenhuma e por ter vindo a "tornar-se" (bendita coloração...) progressivamente mais escuro, há realmente quem faça essa associação com a Pocahontas...
Interrogo-me sobre se o meu nariz aquilino terá alguma coisa a ver com isto e chego à conclusão que... sim.
Neste particular, sempre gostei (porque sou uma rapariga muito modesta...) de me comparar à Cleópatra, que, diz-se, também era muito senhora do seu nariz aquilino e dos seus lábios finos...
Infelizmente, parece que uns investigadores ingleses chegaram agora à conclusão que tanto a Cleópatra como o Marco António eram bem feinhos, contrariando a imagem que ao longo dos anos foi passando.
Seja como for, entre a Pocahontas verdadeira, a Pocahontas da Disney e a Cleópatra tal como ela foi retratada no livro "Astérix e a Cleópatra", acho que me fico por esta última...
O facto de ser sexta-feira atenua, certamente, este meu chorrilho de disparates... :)
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
O Carnaval são três dias...
Uma semana mais calma... será possível?...
O Carnaval passou-me, como de costume, ao lado.
Estive a trabalhar na segunda-feira (gorda, é como lhe chamam, não é?), contra-a-corrente, dado que aqui no estaminé houve tolerância de ponto. Foi um dia produtivo, o culminar de muitos, que permitiu dar por concluída a saga da semana passada.
O resultado de dias e dias de trabalho e intenso "brain storming" segue hoje para impressão e lá para o início da semana que vem já devo ter o «menino» nos braços. Estou empolgada com isto!
Para me vingar, na terça-feira de Carnaval dormi até ao meio-dia. Depois de um pequeno-almoço principesco passei a tarde na cozinha, completamente relaxada. Resultado: um bolo de laranja enqueijado e que não sabe a laranja (eu e o meu jeito para a culinária, ui!), mas que não deixa de estar óptimo, e bacalhau no forno com batatinhas assadas para o jantar.
Se isto não é ser uma mulher multi-facetada, eu não sei o que será!...
Domingo estivemos num baptizado. Eu, o a. e a j., sem o j., que estava a trabalhar e só apareceu mais tarde, para dar «um abraço» (...). Divertimo-nos.
No regresso a casa, conversava com a j. sobre a improbabilidade (em tese) de continuarmos amigas, eu, ela, a r., a i., a a., depois de tantos e tantos anos. Sobre o quanto as nossas vidas mudaram, sobre quanto caminhámos em direcções opostas para nos voltarmos sempre a encontrar, para que as nossas existências continuassem sempre a cruzar-se, num determinado ponto.
Isto não é comum. Já muitas vezes reflecti sobre isto e cada vez mais me convenço de que é, de facto, extraordinário. Em Setembro do ano passado fez quinze anos que nos conhecemos. E, com todos os altos e baixos, todas as contrariedades, todos os desentendimentos, nunca nos separámos, nunca nos afastámos mais do que o tempo suficiente para percebermos que fazemos falta na vida umas das outras.
Bem dizem que os namoros passam e as amizades ficam. Todas conhecemos os namorados que as outras foram tendo, ao longo dos anos. Houve aqueles dos quais gostámos mais, aqueles dos quais gostámos menos. Até houve alturas em que por causa deles nos zangámos. Mas tudo voltou ao seu lugar. Felizmente.
As minhas amigas são uma parte da minha vida. E são as melhores amigas do Mundo, mesmo que fiquemos dias sem nos falarmos, mesmo que só nos vejamos quando dá jeito – porque cada uma tem a sua vidinha – mesmo que embirremos umas com as outras... Nos momentos de grande alegria e nos momentos de maior tristeza, olhando para o lado, sabemos que as outras vão estar lá. E é isso que conta! :)
O Carnaval passou-me, como de costume, ao lado.
Estive a trabalhar na segunda-feira (gorda, é como lhe chamam, não é?), contra-a-corrente, dado que aqui no estaminé houve tolerância de ponto. Foi um dia produtivo, o culminar de muitos, que permitiu dar por concluída a saga da semana passada.
O resultado de dias e dias de trabalho e intenso "brain storming" segue hoje para impressão e lá para o início da semana que vem já devo ter o «menino» nos braços. Estou empolgada com isto!
Para me vingar, na terça-feira de Carnaval dormi até ao meio-dia. Depois de um pequeno-almoço principesco passei a tarde na cozinha, completamente relaxada. Resultado: um bolo de laranja enqueijado e que não sabe a laranja (eu e o meu jeito para a culinária, ui!), mas que não deixa de estar óptimo, e bacalhau no forno com batatinhas assadas para o jantar.
Se isto não é ser uma mulher multi-facetada, eu não sei o que será!...
Domingo estivemos num baptizado. Eu, o a. e a j., sem o j., que estava a trabalhar e só apareceu mais tarde, para dar «um abraço» (...). Divertimo-nos.
No regresso a casa, conversava com a j. sobre a improbabilidade (em tese) de continuarmos amigas, eu, ela, a r., a i., a a., depois de tantos e tantos anos. Sobre o quanto as nossas vidas mudaram, sobre quanto caminhámos em direcções opostas para nos voltarmos sempre a encontrar, para que as nossas existências continuassem sempre a cruzar-se, num determinado ponto.
Isto não é comum. Já muitas vezes reflecti sobre isto e cada vez mais me convenço de que é, de facto, extraordinário. Em Setembro do ano passado fez quinze anos que nos conhecemos. E, com todos os altos e baixos, todas as contrariedades, todos os desentendimentos, nunca nos separámos, nunca nos afastámos mais do que o tempo suficiente para percebermos que fazemos falta na vida umas das outras.
Bem dizem que os namoros passam e as amizades ficam. Todas conhecemos os namorados que as outras foram tendo, ao longo dos anos. Houve aqueles dos quais gostámos mais, aqueles dos quais gostámos menos. Até houve alturas em que por causa deles nos zangámos. Mas tudo voltou ao seu lugar. Felizmente.
As minhas amigas são uma parte da minha vida. E são as melhores amigas do Mundo, mesmo que fiquemos dias sem nos falarmos, mesmo que só nos vejamos quando dá jeito – porque cada uma tem a sua vidinha – mesmo que embirremos umas com as outras... Nos momentos de grande alegria e nos momentos de maior tristeza, olhando para o lado, sabemos que as outras vão estar lá. E é isso que conta! :)
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Quem corre por gosto...
Socorro... precisava de ter um bocadinho de tempo, só um bocadinho mais de tempo, para conseguir actualizar o meu blog de forma decente... Tipo... mais do que uma vez por semana...
A semana começou bem. 12.02, não houve sol, nem estrelas, nem lua, ao que parece, mas eu estive lá.
Tem sido uma semana intensa, mas muito compensadora, a nível profissional. Estou satisfeita com o que produzimos! Muito satisfeita!
Claro que gostava de já estar em casa e ainda estou por aqui, sentada em frente ao computador ao qual chamo meu mas que na realidade é património do Estado... Sair do emprego a horas decentes também era bom, mas, enfim, quem corre por gosto, não cansa...
De resto, tudo tranquilo, felizmente. A família e os amigos, tudo como deve ser.
Está chuva.
Os "sins" foram mais que os "nãos", no referendo.
Revi amigos, no dia de ir votar, numa escola que não foi minha (mudei de casa, mudei de escola...).
A minha primeira tulipa começou a desabrochar esta semana.
Convenci-me de que a Primavera tinha chegado, no dia dos namorados, mas afinal parece que não.
O Benfica foi eliminado da Taça de Portugal, mas ganhou ontem, a uns da Roménia.
O fim-de-semana está à porta... Ufa...
A semana começou bem. 12.02, não houve sol, nem estrelas, nem lua, ao que parece, mas eu estive lá.
Tem sido uma semana intensa, mas muito compensadora, a nível profissional. Estou satisfeita com o que produzimos! Muito satisfeita!
Claro que gostava de já estar em casa e ainda estou por aqui, sentada em frente ao computador ao qual chamo meu mas que na realidade é património do Estado... Sair do emprego a horas decentes também era bom, mas, enfim, quem corre por gosto, não cansa...
De resto, tudo tranquilo, felizmente. A família e os amigos, tudo como deve ser.
Está chuva.
Os "sins" foram mais que os "nãos", no referendo.
Revi amigos, no dia de ir votar, numa escola que não foi minha (mudei de casa, mudei de escola...).
A minha primeira tulipa começou a desabrochar esta semana.
Convenci-me de que a Primavera tinha chegado, no dia dos namorados, mas afinal parece que não.
O Benfica foi eliminado da Taça de Portugal, mas ganhou ontem, a uns da Roménia.
O fim-de-semana está à porta... Ufa...
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
Íntimos
Muito trabalho, pouco tempo para blogar.
Conforme desejado, fui ao cinema ver "Pecados Íntimos". Saí de lá curvada, por força do soco no estômago...
Pensei sobre o filme, depois, e sobre o que poderia dizer (escrever) sobre ele.
É uma história sobre as coisas que, ao longo da vida, fazemos para nos continuarmos a sentir vivos.
No caso de um polícia reformado compulsivamente, patrulhar o bairro, para onde se mudou um homem que havia sido condenado por pedofilia, e zelar pela segurança das crianças, à custa de leis muito próprias, muito suas.
No caso de Sarah, uma mais que frustrada dona-de-casa, manter um ardente affair com um vizinho, também ele casado.
No caso do vizinho casado com uma mulher líndissima, descer corrimões em cima de um skate, como se tivesse 15 anos.
No final, é preciso que tudo mude para que tudo se mantenha.
Excelente, o filme, e as interpretações de Kate Winslet e do actor que desempenha o papel de pedófilo, ambos nomeados para os óscares. Muito bom.
Conforme desejado, fui ao cinema ver "Pecados Íntimos". Saí de lá curvada, por força do soco no estômago...
Pensei sobre o filme, depois, e sobre o que poderia dizer (escrever) sobre ele.
É uma história sobre as coisas que, ao longo da vida, fazemos para nos continuarmos a sentir vivos.
No caso de um polícia reformado compulsivamente, patrulhar o bairro, para onde se mudou um homem que havia sido condenado por pedofilia, e zelar pela segurança das crianças, à custa de leis muito próprias, muito suas.
No caso de Sarah, uma mais que frustrada dona-de-casa, manter um ardente affair com um vizinho, também ele casado.
No caso do vizinho casado com uma mulher líndissima, descer corrimões em cima de um skate, como se tivesse 15 anos.
No final, é preciso que tudo mude para que tudo se mantenha.
Excelente, o filme, e as interpretações de Kate Winslet e do actor que desempenha o papel de pedófilo, ambos nomeados para os óscares. Muito bom.
sábado, 3 de fevereiro de 2007
O que vai, volta...
E o prémio de melhor música para dar ao pézinho durante este fim-de-semana vai para... "What goes around... comes around". Gira. Muito gira. Uma das novas do Justin Timberlake.
Hey girl, is he everything you wanted in a man?
You know I gave you the world
You had me in the palm of your hand
So why your love went away
I just can't seem to understand
Thought it was me and you babe
Me and you until the end
But I guess I was wrong
Don't want to think about it
Don't want to talk about it
I'm just so sick about it
Can't believe it's ending this way
Just so confused about it
Feeling the blues about it
I just can't do without ya
Tell me is this fair?
Is this the way it's really going down?
Is this how we say goodbye?
Should've known better when you came around
That you were gonna make me cry
It's breaking my heart to watch you run around'
Cause I know that you're living a lie
That's okay baby 'cause in time you will find...
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
Now girl, I remember everything that you claimed
You said that you were moving on now
And maybe I should do the same
Funny thing about that is
I was ready to give you my name
Thought it was me and you, babe
And now, it's all just a shame
And I guess I was wrong
Don't want to think about it
Don't want to talk about it
I'm just so sick about it
Can't believe it's ending this way
Just so confused about it
Feeling the blues about it
I just can't do without ya
Can you tell me is this fair?
Is this the way it's really going down?
Is this how we say goodbye?
Should've known better when you came around (should've known better that you were gonna make me cry)
That you were going to make me cry
Now it's breaking my heart to watch you run around'
Cause I know that you're living a lie
That's okay baby 'cause in time you will find
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around comes around
Yeah
What goes around comes around
You should know that
What goes around comes around
Yeah
What goes around comes around
You should know that
Don't want to think about it (no)
Don't want to talk about it
I'm just so sick about it
Can't believe it's ending this way
Just so confused about it
Feeling the blues about it (yeah)
I just can't do without ya
Tell me is this fair?
Is this the way it's really going down?
Is this how we say goodbye?
Should've known better when you came around (should've known better that you were gonna make me cry)
That you were going to make me cry
Now it's breaking my heart to watch you run around'
Cause I know that you're living a lie
But that's okay baby 'cause in time you will find
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
[Comes Around interlude:]
Let me paint this picture for you, baby
You spend your nights alone
And he never comes home
And every time you call him
All you get's a busy tone
I heard you found out
That he's doing to you
What you did to me
Ain't that the way it goes
You cheated girl
My heart bleeds girl
So it goes without saying that you left me feeling hurt
Just a classic case
A scenario
Tale as old as time
Girl you got what you deserved
And now you want somebody
To cure the lonely nights
You wish you had somebody
That could come and make it right
But girl I ain't somebody with a lot of sympathyYou'll see(What goes around comes back around)
I thought I told ya, hey(What goes around comes back around)
I thought I told ya, hey(What goes around comes back around)
I thought I told ya, hey(What goes around comes back around)
I thought I told ya, hey
[laughs]See?You should've listened to me, baby
Yeah, yeah, yeah, yeah
Because(What goes around comes back around)
[laughs]
Hey girl, is he everything you wanted in a man?
You know I gave you the world
You had me in the palm of your hand
So why your love went away
I just can't seem to understand
Thought it was me and you babe
Me and you until the end
But I guess I was wrong
Don't want to think about it
Don't want to talk about it
I'm just so sick about it
Can't believe it's ending this way
Just so confused about it
Feeling the blues about it
I just can't do without ya
Tell me is this fair?
Is this the way it's really going down?
Is this how we say goodbye?
Should've known better when you came around
That you were gonna make me cry
It's breaking my heart to watch you run around'
Cause I know that you're living a lie
That's okay baby 'cause in time you will find...
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
Now girl, I remember everything that you claimed
You said that you were moving on now
And maybe I should do the same
Funny thing about that is
I was ready to give you my name
Thought it was me and you, babe
And now, it's all just a shame
And I guess I was wrong
Don't want to think about it
Don't want to talk about it
I'm just so sick about it
Can't believe it's ending this way
Just so confused about it
Feeling the blues about it
I just can't do without ya
Can you tell me is this fair?
Is this the way it's really going down?
Is this how we say goodbye?
Should've known better when you came around (should've known better that you were gonna make me cry)
That you were going to make me cry
Now it's breaking my heart to watch you run around'
Cause I know that you're living a lie
That's okay baby 'cause in time you will find
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around comes around
Yeah
What goes around comes around
You should know that
What goes around comes around
Yeah
What goes around comes around
You should know that
Don't want to think about it (no)
Don't want to talk about it
I'm just so sick about it
Can't believe it's ending this way
Just so confused about it
Feeling the blues about it (yeah)
I just can't do without ya
Tell me is this fair?
Is this the way it's really going down?
Is this how we say goodbye?
Should've known better when you came around (should've known better that you were gonna make me cry)
That you were going to make me cry
Now it's breaking my heart to watch you run around'
Cause I know that you're living a lie
But that's okay baby 'cause in time you will find
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
What goes around, goes around, goes around
Comes all the way back around
[Comes Around interlude:]
Let me paint this picture for you, baby
You spend your nights alone
And he never comes home
And every time you call him
All you get's a busy tone
I heard you found out
That he's doing to you
What you did to me
Ain't that the way it goes
You cheated girl
My heart bleeds girl
So it goes without saying that you left me feeling hurt
Just a classic case
A scenario
Tale as old as time
Girl you got what you deserved
And now you want somebody
To cure the lonely nights
You wish you had somebody
That could come and make it right
But girl I ain't somebody with a lot of sympathyYou'll see(What goes around comes back around)
I thought I told ya, hey(What goes around comes back around)
I thought I told ya, hey(What goes around comes back around)
I thought I told ya, hey(What goes around comes back around)
I thought I told ya, hey
[laughs]See?You should've listened to me, baby
Yeah, yeah, yeah, yeah
Because(What goes around comes back around)
[laughs]
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
Número 100

Este é o meu 100.º post.
E, nem de propósito, a efeméride vai ser assinalada com um post sobre jornais. Um jornal, especificamente. O "Público", que já lançou os teasers da campanha de apresentação do novo "Público".
Ainda não tive oportunidade de ver os vídeos para televisão, mas gostei, e muito, dos anúncios de jornal que vi hoje publicados.
Também aqui, o Mundo é público.
E, nem de propósito, a efeméride vai ser assinalada com um post sobre jornais. Um jornal, especificamente. O "Público", que já lançou os teasers da campanha de apresentação do novo "Público".
Ainda não tive oportunidade de ver os vídeos para televisão, mas gostei, e muito, dos anúncios de jornal que vi hoje publicados.
Também aqui, o Mundo é público.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
(i)moral
A propósito do referendo de dia 11, há uma coisa que me irrita profundamente. Independentemente da minha posição, claríssima, assumidíssima, sem margem para qualquer dúvida, respeito os argumentos invocados por quem pensa de forma diferente, até porque sou acima de tudo uma democrata, nascida em democracia e educada sob a máxima "a nossa liberdade termina exactamente onde começa a liberdade dos outros".
O que me faz impressão é que determinados defensores do "não" se arroguem de todo o moralismo, como se fossem, ele(a)s própri(o)as a própria personificação da moral, chegando mesmo a colar os defendores do "sim" a uma certa imagem de libertinagem, de inconsciência, de promiscuidade.
Este é um ponto de vista que tenho defendido, em casa e entre amigos, e eis senão quando, ao ler a crónica assinada pelo Ricardo Araújo Pereira na "Visão" de hoje (excelente!), constato que ele, certamente melhor que eu, dá voz à minha (e pelos vistos também dele) irritação, da seguinte forma:
«...eu estava convencido de que o debate sobre o aborto opunha dois grupos moralmente iguais. Porém, descubro agora que há um que beneficia de uma superioridade moral em relação ao outro. Ao que parece, a discussão em torno do referendo joga-se entre as pessoas que são a favor do homicídio e as que são contra. Digamos que é um modo extremamente sofisticado de ver o mundo. Afinal, é tudo tão fácil: assassinos para um lado, pessoas decentes para o outro. E eu, desgraçadamente, encontro-me do lado dos assassinos.».
Deixe estar, eu também...
O que me faz impressão é que determinados defensores do "não" se arroguem de todo o moralismo, como se fossem, ele(a)s própri(o)as a própria personificação da moral, chegando mesmo a colar os defendores do "sim" a uma certa imagem de libertinagem, de inconsciência, de promiscuidade.
Este é um ponto de vista que tenho defendido, em casa e entre amigos, e eis senão quando, ao ler a crónica assinada pelo Ricardo Araújo Pereira na "Visão" de hoje (excelente!), constato que ele, certamente melhor que eu, dá voz à minha (e pelos vistos também dele) irritação, da seguinte forma:
«...eu estava convencido de que o debate sobre o aborto opunha dois grupos moralmente iguais. Porém, descubro agora que há um que beneficia de uma superioridade moral em relação ao outro. Ao que parece, a discussão em torno do referendo joga-se entre as pessoas que são a favor do homicídio e as que são contra. Digamos que é um modo extremamente sofisticado de ver o mundo. Afinal, é tudo tão fácil: assassinos para um lado, pessoas decentes para o outro. E eu, desgraçadamente, encontro-me do lado dos assassinos.».
Deixe estar, eu também...
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
No escurinho...
Em tempo de "Oscares", há dois filmes que têm prendido a minha atenção. Sendo que ainda não vi nenhum deles.
O primeiro, "Little Miss Sunshine" (Família à Beira de um Ataque de Nervos), deve estar para ser editado em DVD, e estou à espera que isso aconteça para poder vê-lo. Tudo o que ouvi e li sobre o filme faz com que aumente a minha expectativa. Estou mesmo muito curiosa porque dizem ser excelente.
O segundo, "Little Children" (Pecados Íntimos) estreia amanhã nos cinemas e espero conseguir ir vê-lo já na sexta-feira. Se for tão bom como espero, sou bem capaz de comprar depois o livro que o inspirou.
Por causa disto, lembrei-me do "City of Angels", um filme bonito do qual gostei muito, e desta música dos Goo Goo Dolls, que me traz muito boas recordações e que continua a saber bem ouvir, depois de tantos anos...
O primeiro, "Little Miss Sunshine" (Família à Beira de um Ataque de Nervos), deve estar para ser editado em DVD, e estou à espera que isso aconteça para poder vê-lo. Tudo o que ouvi e li sobre o filme faz com que aumente a minha expectativa. Estou mesmo muito curiosa porque dizem ser excelente.
O segundo, "Little Children" (Pecados Íntimos) estreia amanhã nos cinemas e espero conseguir ir vê-lo já na sexta-feira. Se for tão bom como espero, sou bem capaz de comprar depois o livro que o inspirou.
Por causa disto, lembrei-me do "City of Angels", um filme bonito do qual gostei muito, e desta música dos Goo Goo Dolls, que me traz muito boas recordações e que continua a saber bem ouvir, depois de tantos anos...
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
Lição de anatomia

Acho que estou a ficar viciada nesta série. O final da tarde de domingo, sem particular encanto devido à proximidade de mais uma manhã de segunda-feira, mudou de figurino.
No último domingo estive literalmente colada à televisão durante uma hora e meia.
Lição de Grey: a queda livre tem o seu interesse, por sabermos que podemos contar com os amigos para nos amparar, no final da descida. Ou qualquer coisa deste género.
E depois, há isto... Perdoem-me, mas que belo naco... :)
sábado, 27 de janeiro de 2007
Smack...
Esta é uma das minha favoritas do momento. Uma daquelas que me põem mesmo bem disposta. É mais para dançar do que para cantar, mas eu [ai, meu Deus...] não resisto... nunca em público, claro... :) Akon ft. Eminem...
"Smack That"
(feat. Eminem)
[Akon:]
Shady
Convict
Upfront
Akon
Slim Shady
I see the one, because she be that lady! Hey!
I feel you creeping, I can see it from my shadow
Wanna jump up in my Lamborghini Gallardo
Maybe go to my place and just kick it like TaeBo
And possibly bend you over look back and watch me
[Chorus (2X):]
Smack that all on the floor
Smack that give me some more
Smack that 'till you get sore
Smack that oh-oooh!
Upfront style ready to attack now
Pull in the parking lot slow with the lac down
Convicts got the whole thing packed now
Step in the club now and wardrobe intact now!
I feel it down and cracked now (ooh)
I see it dull and backed now
I'm gonna call her, than I pull the mack down
Money no problem, pocket full of that now!
I feel you creeping, I can see it from my shadow
Wanna jump up in my Lamborghini Gallardo
Maybe go to my place and just kick it like TaeBo
And possibly bend you over look back and watch me
[Chorus (2x)]
[Eminem:]
Ooh...Looks like another club banger
They better hang on when they throw this thing on
Get a lil drink on
They gonna flip for this Akon shit
You can bank on it!
Pedicure, manicure kitty-cat claws
The way she climbs up and down them poles
Looking like one of them putty-cat dolls
Trying to hold my woodie back through my draws
Steps upstage didn't think I saw
Creeps up behind me, she's like "You're!"
I'm like ya I know lets cut to the chase
No time to waste back to my place
Plus from the club to the crib it's like a mile away
Or more like a palace, shall I say
Plus I got pal if your gal is game
In fact he is the one singing the song that's playing
"Akon!"
[Akon:]
I feel you creeping, I can see it from my shadow
Wanna jump up in my Lamborghini Gallardo
Maybe go to my place and just kick it like TaeBo
And possibly bend you over look back and watch me
[Chorus]
Eminem is rollin', d and em rollin' bo
And all marvelous them rolling
Women just holding big booty rolling'
Soon I'll be on Eminem throwing "D!"
Hitting no less than "Three!"
Block wheel style like "Whee!"
Girl I can tell you want me because lately
I feel you creeping, I can see it from my shadow
Wanna jump up in my Lamborghini Gallardo
Maybe go to my place and just kick it like TaeBo
And possibly bend you over look back and watch me
[Chorus]
"Smack That"
(feat. Eminem)
[Akon:]
Shady
Convict
Upfront
Akon
Slim Shady
I see the one, because she be that lady! Hey!
I feel you creeping, I can see it from my shadow
Wanna jump up in my Lamborghini Gallardo
Maybe go to my place and just kick it like TaeBo
And possibly bend you over look back and watch me
[Chorus (2X):]
Smack that all on the floor
Smack that give me some more
Smack that 'till you get sore
Smack that oh-oooh!
Upfront style ready to attack now
Pull in the parking lot slow with the lac down
Convicts got the whole thing packed now
Step in the club now and wardrobe intact now!
I feel it down and cracked now (ooh)
I see it dull and backed now
I'm gonna call her, than I pull the mack down
Money no problem, pocket full of that now!
I feel you creeping, I can see it from my shadow
Wanna jump up in my Lamborghini Gallardo
Maybe go to my place and just kick it like TaeBo
And possibly bend you over look back and watch me
[Chorus (2x)]
[Eminem:]
Ooh...Looks like another club banger
They better hang on when they throw this thing on
Get a lil drink on
They gonna flip for this Akon shit
You can bank on it!
Pedicure, manicure kitty-cat claws
The way she climbs up and down them poles
Looking like one of them putty-cat dolls
Trying to hold my woodie back through my draws
Steps upstage didn't think I saw
Creeps up behind me, she's like "You're!"
I'm like ya I know lets cut to the chase
No time to waste back to my place
Plus from the club to the crib it's like a mile away
Or more like a palace, shall I say
Plus I got pal if your gal is game
In fact he is the one singing the song that's playing
"Akon!"
[Akon:]
I feel you creeping, I can see it from my shadow
Wanna jump up in my Lamborghini Gallardo
Maybe go to my place and just kick it like TaeBo
And possibly bend you over look back and watch me
[Chorus]
Eminem is rollin', d and em rollin' bo
And all marvelous them rolling
Women just holding big booty rolling'
Soon I'll be on Eminem throwing "D!"
Hitting no less than "Three!"
Block wheel style like "Whee!"
Girl I can tell you want me because lately
I feel you creeping, I can see it from my shadow
Wanna jump up in my Lamborghini Gallardo
Maybe go to my place and just kick it like TaeBo
And possibly bend you over look back and watch me
[Chorus]
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
Diz que...
... sou uma árvore de maçã (não seria mais fácil dizer macieira?...), porque nasci entre os dias 23 de Dezembro e 1 de Janeiro.
Posto isto, e de acordo com a astrologia celta, eu sou uma espécie de isto:
ÁRVORE DE MAÇÃ (O Amor)
De contexto leviana [sorry?!?], muito carismática [ah, ah!], é uma pessoa chamativa [que chama, portanto] e atractiva [ah, pois é...], de uma aura agradável [isto como frase de engate é capaz de resultar bem..."a menina tem uma aura muito agradável..."], aventureira [sim, sim...], sensível [lá isso, não desfazendo....], sempre apaixonada ["paixão" é o meu nome do meio...], quer amar e ser amada [de preferência, né?], companheira fiel [tipo cão] e terna ["terna" é lindo]. Muito generosa [mas não nas gorjetas em restaurantes, tá bem?], de talentos específicos [say it again?], vive o dia-a-dia [alguém consegue viver a semana-a-semana?...], filosofa despreocupada com imaginação [em Águas-Furtadas].
Posto isto, e de acordo com a astrologia celta, eu sou uma espécie de isto:
ÁRVORE DE MAÇÃ (O Amor)
De contexto leviana [sorry?!?], muito carismática [ah, ah!], é uma pessoa chamativa [que chama, portanto] e atractiva [ah, pois é...], de uma aura agradável [isto como frase de engate é capaz de resultar bem..."a menina tem uma aura muito agradável..."], aventureira [sim, sim...], sensível [lá isso, não desfazendo....], sempre apaixonada ["paixão" é o meu nome do meio...], quer amar e ser amada [de preferência, né?], companheira fiel [tipo cão] e terna ["terna" é lindo]. Muito generosa [mas não nas gorjetas em restaurantes, tá bem?], de talentos específicos [say it again?], vive o dia-a-dia [alguém consegue viver a semana-a-semana?...], filosofa despreocupada com imaginação [em Águas-Furtadas].
Let's dance
Acho que todas as conversas que tive hoje, desde manhãzinha, começaram com a frase "está um frio que não se aguenta". O estado do tempo é sempre um bom desbloqueador de conversa. Pode servir para quebrar o gelo. Ou não. No caso de dias como o de hoje, é mesmo ou não. Porque está um gelo que não quebra. Cristo! Mas está um dia lindo e em dias assim, como sou uma tontinha com a mania da felicidade, só me apetece dançar!!! :)
quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
Baby boom
Estou de volta ao trabalho. Ui, que alegria! [na realidade é uma alegria, estou só a fazer-me de difícil...].
Terminei as férias em grande estilo, com um almoço just for girls, confeccionado pela própria, com todo o amor e carinho. Estiveram lá em casa a i., a r. e a pepi, que nunca lá tinha ido... agora que penso nisso, acho que não me chegou a dizer se tinha gostado da minha casa... temos de ter um tête-a-tête...
As amigas gostaram do almoço e eu também.
Passei essa mesma tarde no laréu com a r. e acabámos por ir visitar a j. e a a., que estavam a trabalhar.
A propósito, já sabemos que o bebé da a. é um rapaz, que há-de chamar-se Guilherme, para meu grande contentamento, que desde o início andava a torcer para que fosse um menino!
Quem também está "grávido", soube-o no dia dos meus anos, é o meu queridíssimo amigo v.h. A gravidez da b. é mais recente, ainda não sabem o sexo da criança, mas estão felizes da vida e eu por eles.
Vai ser, estou certa disso, um pai e pêras, este que sempre foi, para mim, um amigo e pêras. Tenho milhares de boas recordações do tempo do liceu e o v. está presente na esmagadora maioria dessas memórias. A turma que nos juntou, e também à r. e a i., era uma turma fora-de-série.
Não havia grupos, naquela turma. Havia um grupo, que era a turma, e meia dúzia de out-siders que acabavam, muitas vezes, por juntar-se a nós, numa de "if you can't beat them, join them"...
Num dos finais de ano, já não estou bem certa, mas julgo que foi no final do 11.º, decidimos fazer o jantar de turma (esse clássico dos tempos de escola...) na praia. Lembro-me perfeitamente de nos termos ido abastecer de pizzas e de bebidas, entre elas vinho em pacotes de papel, e de termos jantado sentados na areia. Lindo!
A bebedeira foi tão grande ou tão pequena que a maioria acabou a noite a tomar banho... no mar do Tamariz! Que saudades, desse tempo! E que felicidade, Deus ter permitido que muitas dessas amizades resistam, intocáveis, ao passar de tantos e tantos anos, e que possamos agora compartilhar alegrias como a do nascimento dos filhos... segunda geração de MALUCOS!!!
Terminei as férias em grande estilo, com um almoço just for girls, confeccionado pela própria, com todo o amor e carinho. Estiveram lá em casa a i., a r. e a pepi, que nunca lá tinha ido... agora que penso nisso, acho que não me chegou a dizer se tinha gostado da minha casa... temos de ter um tête-a-tête...
As amigas gostaram do almoço e eu também.
Passei essa mesma tarde no laréu com a r. e acabámos por ir visitar a j. e a a., que estavam a trabalhar.
A propósito, já sabemos que o bebé da a. é um rapaz, que há-de chamar-se Guilherme, para meu grande contentamento, que desde o início andava a torcer para que fosse um menino!
Quem também está "grávido", soube-o no dia dos meus anos, é o meu queridíssimo amigo v.h. A gravidez da b. é mais recente, ainda não sabem o sexo da criança, mas estão felizes da vida e eu por eles.
Vai ser, estou certa disso, um pai e pêras, este que sempre foi, para mim, um amigo e pêras. Tenho milhares de boas recordações do tempo do liceu e o v. está presente na esmagadora maioria dessas memórias. A turma que nos juntou, e também à r. e a i., era uma turma fora-de-série.
Não havia grupos, naquela turma. Havia um grupo, que era a turma, e meia dúzia de out-siders que acabavam, muitas vezes, por juntar-se a nós, numa de "if you can't beat them, join them"...
Num dos finais de ano, já não estou bem certa, mas julgo que foi no final do 11.º, decidimos fazer o jantar de turma (esse clássico dos tempos de escola...) na praia. Lembro-me perfeitamente de nos termos ido abastecer de pizzas e de bebidas, entre elas vinho em pacotes de papel, e de termos jantado sentados na areia. Lindo!
A bebedeira foi tão grande ou tão pequena que a maioria acabou a noite a tomar banho... no mar do Tamariz! Que saudades, desse tempo! E que felicidade, Deus ter permitido que muitas dessas amizades resistam, intocáveis, ao passar de tantos e tantos anos, e que possamos agora compartilhar alegrias como a do nascimento dos filhos... segunda geração de MALUCOS!!!
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
Deixa-me rir...
Esta é dedicada a alguém que de vez em quando me dá esta resposta. Para me arrumar. Para me provocar. Para me deixar vazia de argumentos. Para me espicaçar.
É uma das mais conhecidas de Jorge Palma, mas também, e não exactamente por essa razão, uma das minhas preferidas. A letra é, na minha opinião, sublime, e continua a ser das que mais gosto de ouvir, a par de outras, como a "Estrela do Mar" ou "Essa Miúda", esta última acho que é mesmo a minha favorita.
Mas falemos de "Deixa-me rir". Ou não. Vamos só mergulhar nas palavras.
Deixa-me Rir
Deixa-me rir
Essa história não é tua
Falas da festa, do Sol e do prazer
Mas nunca aceitaste o convite
Tens medo de te dar
E não é teu o que queres vender
Deixa-me rir
Tu nunca lambeste uma lágrima
Desconheces os cambiantes do seu sabor
Nunca seguiste a sua pista
Do regaço à nascente
Não me venhas falar de amor
Pois é , pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer Segunda-Feira
Deixa-me rir
Tu nunca auscultaste esse engenho
De que que falas com tanto apreço
Esse curioso alambique
Onde são destilados
Noite e dia o choro e o riso
[esta é a minha parte preferida...]
Deixa-me rir
Ou então deixa-me entrar em ti
Ser o teu mestre só por um instante
Iluminar o teu refúgio
Aquecer-te essas mãos
Rasgar-te a máscara sufocante
Pois é, pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer Segunda-Feira
Deixa-me rir, Jorge Palma
É uma das mais conhecidas de Jorge Palma, mas também, e não exactamente por essa razão, uma das minhas preferidas. A letra é, na minha opinião, sublime, e continua a ser das que mais gosto de ouvir, a par de outras, como a "Estrela do Mar" ou "Essa Miúda", esta última acho que é mesmo a minha favorita.
Mas falemos de "Deixa-me rir". Ou não. Vamos só mergulhar nas palavras.
Deixa-me Rir
Deixa-me rir
Essa história não é tua
Falas da festa, do Sol e do prazer
Mas nunca aceitaste o convite
Tens medo de te dar
E não é teu o que queres vender
Deixa-me rir
Tu nunca lambeste uma lágrima
Desconheces os cambiantes do seu sabor
Nunca seguiste a sua pista
Do regaço à nascente
Não me venhas falar de amor
Pois é , pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer Segunda-Feira
Deixa-me rir
Tu nunca auscultaste esse engenho
De que que falas com tanto apreço
Esse curioso alambique
Onde são destilados
Noite e dia o choro e o riso
[esta é a minha parte preferida...]
Deixa-me rir
Ou então deixa-me entrar em ti
Ser o teu mestre só por um instante
Iluminar o teu refúgio
Aquecer-te essas mãos
Rasgar-te a máscara sufocante
Pois é, pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer Segunda-Feira
Deixa-me rir, Jorge Palma
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
Nostalgiando...
Hoje foi um dia de reencontros. Logo de manhã, o homem da casa regressou a casa. Assim sendo, parece que tudo voltou ao seu lugar, incluindo a roupa espalhada... :) Estas quatro paredes regozijam de alegria porque se é verdade como dizem que as paredes têm ouvidos, coitadas, já deviam estar fartinhas de me ouvir só a mim, a falar... com elas... foi um hábito que me ficou de miúda. Filha única. Amigos imaginários. Quem nunca o fez que atire a primeira pedra.
Ao almoço, o reencontro com o meu amigo b.s. [curioso... dei-me agora conta que nunca me refiro a ele simplesmente como "b.s.", mas antes como "o meu amigo b.s."]. Foi a concretização de um encontro que adiamos consecutivamente, facto que tem dado origem a que só nos vejamos de ano a ano, na melhor das hipóteses. Culpa dele, que nunca tem tempo para mim, claro (eh, eh, eh).
Felizmente, a nossa amizade não subsiste à custa de encontros cara-a-cara, porque se assim fosse há muito que tinha esmorecido. Conseguimos alimentá-la, não obstante a distância e os arrufos que temos às vezes, na origem dos quais está, em 99% dos casos, o seu feitiozinho de escorpião (o blog é meu, logo, eu tenho de ficar bem vista, certo?). :)
Brincadeiras à parte, tinha saudades dele e tenho pena de não o ter mais tempo, mais perto. Tenho a certeza que se assim fosse seríamos ainda mais amigos.
Estivémos à conversa sobre mil e uma coisas e fez-me bem. Saí de lá animada.
Animada segui para a FCSH. Fui buscar o meu diploma (ou Carta de Curso, como lá vem escrito), algo que devia ter feito há uns anos mas andei a adiar, até hoje.
Foi aí que se apoderou de mim uma nostalgia tão grande, mas tão grande, mas tão grande, que só por ter ainda um pingo de bom senso não me desfiz em lágrimas à porta do elevador, ao chegar ao 5.º piso.
Bem, que sensação estranha, que saudade imensa, que vontade de voltar atrás no tempo. Bolas, foi intenso. Mesmo!
À boleia deste reencontro com o passado, falei com o meu amigo e colega de curso a.p.n. Outro reencontro, ainda que via telefone.
O a. quis saber como estavam as coisas, no 5.º piso. Tudo na mesma. O edifício apresenta sinais de desgaste, o que é natural. Nós estreámo-lo, estava novinho, naquele tempo. Lembrou-se das inúmeras tardes que passámos juntos (os quatro), sentados em círculo, num cantinho do departamento (passámos quatro anos num cantinho...), enquanto os outros estavam nas aulas.
Foi quando ele disse isso que fez mais sentido para mim a nota de média de curso imortalizada no meu diploma. Não se pode ter tudo, certo? :)
Se fossemos avaliados pela qualidade das amizades feitas ao longo do curso, teríamos tido um 20, garantidamente...
De nostalgia em nostalgia, soube bem ouvir esta música, no regresso a casa...
Every breath you take
Every move you make
Every bond you break
Every step you take
I'll be watching you
Every single day
Every word you say
Every game you play
Every night you stay
I'll be watching you
Oh can't you see
You belong to me
How my poor heart aches
with every step you take
Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake
I'll be watching you
Since you've gone I been lost without a trace
I dream at night I can only see your face
I look around but it's you I can't replace
I feel so cold and i long for your embrace
I keep crying baby, baby please
Oh can't you see
you belong to me
How my poor heart aches
with every step you take
Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake
I'll be watching you
Every move you make
Every step you take
I'll be watching you
I'll be watching you
(Every breath you take)
(Every move you make)
(Every vow you break)
(Every step you take)
I'll be watching you
(Every single day)
(Every word you say)
(Every claim you stake)
I'll be watching you
(Every breath you take)
(Every move you make)
(Every vow you break)
(Every step you take)
I'll be watching you
(Every single day)
(Every word you say)
(Every claim you stake)
Sting - Every Breath You Take
Ao almoço, o reencontro com o meu amigo b.s. [curioso... dei-me agora conta que nunca me refiro a ele simplesmente como "b.s.", mas antes como "o meu amigo b.s."]. Foi a concretização de um encontro que adiamos consecutivamente, facto que tem dado origem a que só nos vejamos de ano a ano, na melhor das hipóteses. Culpa dele, que nunca tem tempo para mim, claro (eh, eh, eh).
Felizmente, a nossa amizade não subsiste à custa de encontros cara-a-cara, porque se assim fosse há muito que tinha esmorecido. Conseguimos alimentá-la, não obstante a distância e os arrufos que temos às vezes, na origem dos quais está, em 99% dos casos, o seu feitiozinho de escorpião (o blog é meu, logo, eu tenho de ficar bem vista, certo?). :)
Brincadeiras à parte, tinha saudades dele e tenho pena de não o ter mais tempo, mais perto. Tenho a certeza que se assim fosse seríamos ainda mais amigos.
Estivémos à conversa sobre mil e uma coisas e fez-me bem. Saí de lá animada.
Animada segui para a FCSH. Fui buscar o meu diploma (ou Carta de Curso, como lá vem escrito), algo que devia ter feito há uns anos mas andei a adiar, até hoje.
Foi aí que se apoderou de mim uma nostalgia tão grande, mas tão grande, mas tão grande, que só por ter ainda um pingo de bom senso não me desfiz em lágrimas à porta do elevador, ao chegar ao 5.º piso.
Bem, que sensação estranha, que saudade imensa, que vontade de voltar atrás no tempo. Bolas, foi intenso. Mesmo!
À boleia deste reencontro com o passado, falei com o meu amigo e colega de curso a.p.n. Outro reencontro, ainda que via telefone.
O a. quis saber como estavam as coisas, no 5.º piso. Tudo na mesma. O edifício apresenta sinais de desgaste, o que é natural. Nós estreámo-lo, estava novinho, naquele tempo. Lembrou-se das inúmeras tardes que passámos juntos (os quatro), sentados em círculo, num cantinho do departamento (passámos quatro anos num cantinho...), enquanto os outros estavam nas aulas.
Foi quando ele disse isso que fez mais sentido para mim a nota de média de curso imortalizada no meu diploma. Não se pode ter tudo, certo? :)
Se fossemos avaliados pela qualidade das amizades feitas ao longo do curso, teríamos tido um 20, garantidamente...
De nostalgia em nostalgia, soube bem ouvir esta música, no regresso a casa...
Every breath you take
Every move you make
Every bond you break
Every step you take
I'll be watching you
Every single day
Every word you say
Every game you play
Every night you stay
I'll be watching you
Oh can't you see
You belong to me
How my poor heart aches
with every step you take
Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake
I'll be watching you
Since you've gone I been lost without a trace
I dream at night I can only see your face
I look around but it's you I can't replace
I feel so cold and i long for your embrace
I keep crying baby, baby please
Oh can't you see
you belong to me
How my poor heart aches
with every step you take
Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake
I'll be watching you
Every move you make
Every step you take
I'll be watching you
I'll be watching you
(Every breath you take)
(Every move you make)
(Every vow you break)
(Every step you take)
I'll be watching you
(Every single day)
(Every word you say)
(Every claim you stake)
I'll be watching you
(Every breath you take)
(Every move you make)
(Every vow you break)
(Every step you take)
I'll be watching you
(Every single day)
(Every word you say)
(Every claim you stake)
Sting - Every Breath You Take
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
Querias...
Estou de férias.Bem, é só uma semana. Um daqueles períodos de férias que costumo tirar sem motivo nenhum em particular. São férias do ano passado, tinha de gozá-las de qualquer forma. E gosto de passar assim uns dias em casa, em alturas improváveis, porque apesar de estar toda a gente a trabalhar, permite-me fazer coisas que me dão gozo.
Tipo perceber a que nível de imbecilidade já chegaram os programas da manhã da nossa televisão. Saltei da cama tarde (iupi!) mas ainda a tempo de constatar que o do Canal 1 continua a ser, de longe, o melhor, quando comparado com os da SIC e da TVI.
Se bem que, tenho de reconhecer isto, detive-me na SIC enquanto a apresentadora falava com o João Ferreira e com aquele amigo ex-toxicodependente, aquele da reportagem "Agonia", que escreveu um livro onde relata a sua experiência com as drogas e o processo de desintoxicação.
Lembro-me de ter visto a reportagem, vi depois o "Perdidos e Achados", que recuperou o caso, e comovi-me até às lágrimas. Pronto, chorei compulsivamente é a expressão certa.
É certo que tenho muita dificuldade em controlar as lágrimas, mas isso não significa que chore por tudo e por nada...
É certo que chorei no final do episódio de ontem da "Anatomia de Grey", mas, bolas, isso é perfeitamente compreensível... A Meredith tinha descoberto que o Dr. McDreamy (ou McBrasa, na tradução portuguesa...) era casado. Sentiu-se péssima, ainda mais depois de conhecer a mulher dele, também médica. No final do episódio descobre-se que, afinal, a adúltera era ela, que o tinha enganado, imagine-se, com o melhor amigo. Só depois disso é que ele se envolveu com a Meredith.
Pior: a Dra. Grey confrontou o McDreamy, perguntando-lhe "afinal, para que é que eu servi?", ao que ele responde, cretinamente, "só te posso dizer que foste uma lufada de ar fresco". Dito isto, ela diz-lhe que isso não chega, vira costas e vai-se embora. BUUUÁÁÁÁÁÁÁ!!!
O pensamento final do episódio gira em torno dos procedimentos cirúrgicos, com a Dra. Grey a reflectir sobre coisas como pensar cada vez mais como um cirurgião fará de nós melhores cirurgiões (ou qualquer coisa do género), sobre a frieza do corta e sotura aplicado à cirurgia... tudo com duplos sentidos, já se vê...
Por isso é que eu nunca poderia ser médica. A minha racionalidade exacerbada mascara um excessivo sentimentalismo e uma vez vencidas as defesas revela-se uma carne fraquinha, fraquinha, que um pequeno golpe pode fazer sangrar durante... séculos...
A semana passada foi turbulenta. Ando por aqui a recolher os destroços. Das fragilidades expostas.
Já devia saber que a garganta é o meu calcanhar de Aquiles. Um bocadinho mais fragilizada e PIMBA! toma lá com uma valente dor de garganta e uma constipação para ver se percebes de que terra és!
Ao meu estado de demência provocado pelas dores e pelas drogas juntou-se a ausência do meu marido que desde segunda-feira está fora. Regressa amanhã, se Deus quiser, a tempo de me apanhar quase saudável, mas ainda na ressaca.
Dormi mal quase todos os dias da semana passada. Já sabia que isto aconteceria porque é normal ter noites mais atribuladas sempre que ele dorme fora.
Reflecti com uma amiga sobre a importância da experiência de viver sozinho, depois de sair da casa dos pais e antes de nos casarmos.
Concluímos que ideal seria que todos tivéssemos essa oportunidade, que certamente faria de nós pessoas diferentes.
O meu marido viveu sozinho (e acompanhado também, mas isso não vem ao caso...) antes de casarmos. Fartou-se. É natural. Entre viver sozinho e viver comigo... qual é a dúvida?!?!
Eu não. Não vivi sozinha. E depois de uma semana sozinha em casa, chego à conclusão que isto tem vagamente piada porque sabemos que não dura para sempre. Mais ou menos como quando os pais iam de férias. Grande festa e tal, mas porquê? Porque era por pouco tempo e, no máximo, duas ou três vezes por ano. Permitia-nos fazer coisas que não faríamos na sua presença mas deixava de ter graça ao fim de duas semanas.
De regresso à minha constipação. Abatida, cansada (com péssima cara, na opinião da minha Mãe), comecei a tentar recompor-me ontem, porque feridas abertas não são nada a minha cara. Pelo menos não agora. A pessoa que sou hoje (a pessoa que quero ser com 30 anos) não alimenta o negativismo. NÃO!
Se baixo as minha "defesas emocionais", tenho de estar preparada para levar pancada. Pensavas o quê? Que te ias safar sem uma ou duas "nódoas negras sentimentais"? (ah, grande Palma, sempre uma palavra...).
O que não nos mata torna-nos mais fortes. Todas as experiências nos ensinam alguma coisa. E fazem de nós, certamente, melhores pessoas. Por isso, sacudo o pó da roupa e agarro na arma que melhor me defende de tudo. O sorriso. Esse já cá mora. :)
Quando, em cima de tudo isto, ligo o rádio do carro e saem de lá de dentro as Pussycat Dolls, maravilha, 'bora lá dar ao pézinho!!!
Ok
Yeahh
Oh, we about to get it just a lil hot and sweaty in this mu' (Baby)
Ladies let's go
Soldiers let's go (Dolls)
Let me talk to y'all and just you know
Give you a little situation... listen (Follows)
Pussycat Dolls
Ya see this shit get hot
Everytime I come through when I step up in the spot (I'm Waiting)
Make the place sizzle like a summertime cookout
Prowl for the best chick
Yes I'm on the lookout (Last dance)
Slow bangin shorty like a belly dancer with it
Smell good, pretty skin (Uh baby) so gangsta with it
No tricks only diamonds under my sleeve
Gimme tha number
But make sure you call before you leave
I know you like me (I know you like me)
I know you do (I know you do)
That's why whenever I come around
She's all over you
I know you want it (I know you want it)
It's easy to see(It's easy to see)
And in the back of your mind
I know you should be on with me
Don't cha wish your girlfriend was hot like me?
Don't cha wish your girlfriend was a freak like me?
Don't cha
Don't cha
Don't cha wish your girlfriend was wrong like me?
Don't cha wish your girlfriend was fun like me?
Don't cha
Don't cha
Fight the feeling (Fight the feeling)
Leave it alone(Leave it alone)
Cause if it ain't love
It just aint enough to leave my happy home
Let's keep it friendly (Let's keep it friendly)
You have to play fair (You have to play fair)
See I don't care
But I know She ain't gonna wanna share
Don't cha wish your girlfriend was hot like me? (Oh)
Don't cha wish your girlfriend was a freak like me? (Like me)
Don't cha (Don't cha baby)
Don't cha (Alright say)
Don't cha wish your girlfriend was wrong like me? (wrong)
Don't cha wish your girlfriend was fun like me? (play fair)
Don't cha
Don't cha
Ok, I see how it's goin' down
Seems like shorty wanna little menage pop off or somethin, let's go
Well let me get straight to it
Every broad wan watch a nigga when I come through it
It's the god almighty, lookin all brand new
If shorty wanna jump in my ass then vanjewish
Lookin at me all like she really wanna do it
Tryna put it on me till my balls black an blueish
Ya wanna play wit ah play a girl then play on
Strip out the channel
And leave the lingerie on
Watch me and I'mma watch you at the same time
Lookin at ya wan break my back
You the very reason why I keep a pack ah the Magnum
An wit the wagon hit chu in the back of tha magnum
For the record, don't think it was somethin you did
Shorty all on me cuz it's hard to resist the kid
I got a idea that's dope for y'all
As y'all could get so I could hit the both of y'all
I know she loves you (I know she loves you)
So I understand(I understand)
I'd probably be just as crazy about you
If you were my own man
Maybe next lifetime (Maybe next lifetime)
Possibly (Possibly)
Until then old friend
Your secret is safe with me
Don't cha wish your girlfriend was hot like me? (Oh)
Don't cha wish your girlfriend was a freak like me? (Like me)
Don't cha (Don't cha baby)
Don't cha (Alright say)
Don't cha wish your girlfriend was wrong like me? (wrong)
Don't cha wish your girlfriend was fun like me? (play fair)
Don't cha
Don't cha
Don't cha, Pussycat Dools
Tipo perceber a que nível de imbecilidade já chegaram os programas da manhã da nossa televisão. Saltei da cama tarde (iupi!) mas ainda a tempo de constatar que o do Canal 1 continua a ser, de longe, o melhor, quando comparado com os da SIC e da TVI.
Se bem que, tenho de reconhecer isto, detive-me na SIC enquanto a apresentadora falava com o João Ferreira e com aquele amigo ex-toxicodependente, aquele da reportagem "Agonia", que escreveu um livro onde relata a sua experiência com as drogas e o processo de desintoxicação.
Lembro-me de ter visto a reportagem, vi depois o "Perdidos e Achados", que recuperou o caso, e comovi-me até às lágrimas. Pronto, chorei compulsivamente é a expressão certa.
É certo que tenho muita dificuldade em controlar as lágrimas, mas isso não significa que chore por tudo e por nada...
É certo que chorei no final do episódio de ontem da "Anatomia de Grey", mas, bolas, isso é perfeitamente compreensível... A Meredith tinha descoberto que o Dr. McDreamy (ou McBrasa, na tradução portuguesa...) era casado. Sentiu-se péssima, ainda mais depois de conhecer a mulher dele, também médica. No final do episódio descobre-se que, afinal, a adúltera era ela, que o tinha enganado, imagine-se, com o melhor amigo. Só depois disso é que ele se envolveu com a Meredith.
Pior: a Dra. Grey confrontou o McDreamy, perguntando-lhe "afinal, para que é que eu servi?", ao que ele responde, cretinamente, "só te posso dizer que foste uma lufada de ar fresco". Dito isto, ela diz-lhe que isso não chega, vira costas e vai-se embora. BUUUÁÁÁÁÁÁÁ!!!
O pensamento final do episódio gira em torno dos procedimentos cirúrgicos, com a Dra. Grey a reflectir sobre coisas como pensar cada vez mais como um cirurgião fará de nós melhores cirurgiões (ou qualquer coisa do género), sobre a frieza do corta e sotura aplicado à cirurgia... tudo com duplos sentidos, já se vê...
Por isso é que eu nunca poderia ser médica. A minha racionalidade exacerbada mascara um excessivo sentimentalismo e uma vez vencidas as defesas revela-se uma carne fraquinha, fraquinha, que um pequeno golpe pode fazer sangrar durante... séculos...
A semana passada foi turbulenta. Ando por aqui a recolher os destroços. Das fragilidades expostas.
Já devia saber que a garganta é o meu calcanhar de Aquiles. Um bocadinho mais fragilizada e PIMBA! toma lá com uma valente dor de garganta e uma constipação para ver se percebes de que terra és!
Ao meu estado de demência provocado pelas dores e pelas drogas juntou-se a ausência do meu marido que desde segunda-feira está fora. Regressa amanhã, se Deus quiser, a tempo de me apanhar quase saudável, mas ainda na ressaca.
Dormi mal quase todos os dias da semana passada. Já sabia que isto aconteceria porque é normal ter noites mais atribuladas sempre que ele dorme fora.
Reflecti com uma amiga sobre a importância da experiência de viver sozinho, depois de sair da casa dos pais e antes de nos casarmos.
Concluímos que ideal seria que todos tivéssemos essa oportunidade, que certamente faria de nós pessoas diferentes.
O meu marido viveu sozinho (e acompanhado também, mas isso não vem ao caso...) antes de casarmos. Fartou-se. É natural. Entre viver sozinho e viver comigo... qual é a dúvida?!?!
Eu não. Não vivi sozinha. E depois de uma semana sozinha em casa, chego à conclusão que isto tem vagamente piada porque sabemos que não dura para sempre. Mais ou menos como quando os pais iam de férias. Grande festa e tal, mas porquê? Porque era por pouco tempo e, no máximo, duas ou três vezes por ano. Permitia-nos fazer coisas que não faríamos na sua presença mas deixava de ter graça ao fim de duas semanas.
De regresso à minha constipação. Abatida, cansada (com péssima cara, na opinião da minha Mãe), comecei a tentar recompor-me ontem, porque feridas abertas não são nada a minha cara. Pelo menos não agora. A pessoa que sou hoje (a pessoa que quero ser com 30 anos) não alimenta o negativismo. NÃO!
Se baixo as minha "defesas emocionais", tenho de estar preparada para levar pancada. Pensavas o quê? Que te ias safar sem uma ou duas "nódoas negras sentimentais"? (ah, grande Palma, sempre uma palavra...).
O que não nos mata torna-nos mais fortes. Todas as experiências nos ensinam alguma coisa. E fazem de nós, certamente, melhores pessoas. Por isso, sacudo o pó da roupa e agarro na arma que melhor me defende de tudo. O sorriso. Esse já cá mora. :)
Quando, em cima de tudo isto, ligo o rádio do carro e saem de lá de dentro as Pussycat Dolls, maravilha, 'bora lá dar ao pézinho!!!
Ok
Yeahh
Oh, we about to get it just a lil hot and sweaty in this mu' (Baby)
Ladies let's go
Soldiers let's go (Dolls)
Let me talk to y'all and just you know
Give you a little situation... listen (Follows)
Pussycat Dolls
Ya see this shit get hot
Everytime I come through when I step up in the spot (I'm Waiting)
Make the place sizzle like a summertime cookout
Prowl for the best chick
Yes I'm on the lookout (Last dance)
Slow bangin shorty like a belly dancer with it
Smell good, pretty skin (Uh baby) so gangsta with it
No tricks only diamonds under my sleeve
Gimme tha number
But make sure you call before you leave
I know you like me (I know you like me)
I know you do (I know you do)
That's why whenever I come around
She's all over you
I know you want it (I know you want it)
It's easy to see(It's easy to see)
And in the back of your mind
I know you should be on with me
Don't cha wish your girlfriend was hot like me?
Don't cha wish your girlfriend was a freak like me?
Don't cha
Don't cha
Don't cha wish your girlfriend was wrong like me?
Don't cha wish your girlfriend was fun like me?
Don't cha
Don't cha
Fight the feeling (Fight the feeling)
Leave it alone(Leave it alone)
Cause if it ain't love
It just aint enough to leave my happy home
Let's keep it friendly (Let's keep it friendly)
You have to play fair (You have to play fair)
See I don't care
But I know She ain't gonna wanna share
Don't cha wish your girlfriend was hot like me? (Oh)
Don't cha wish your girlfriend was a freak like me? (Like me)
Don't cha (Don't cha baby)
Don't cha (Alright say)
Don't cha wish your girlfriend was wrong like me? (wrong)
Don't cha wish your girlfriend was fun like me? (play fair)
Don't cha
Don't cha
Ok, I see how it's goin' down
Seems like shorty wanna little menage pop off or somethin, let's go
Well let me get straight to it
Every broad wan watch a nigga when I come through it
It's the god almighty, lookin all brand new
If shorty wanna jump in my ass then vanjewish
Lookin at me all like she really wanna do it
Tryna put it on me till my balls black an blueish
Ya wanna play wit ah play a girl then play on
Strip out the channel
And leave the lingerie on
Watch me and I'mma watch you at the same time
Lookin at ya wan break my back
You the very reason why I keep a pack ah the Magnum
An wit the wagon hit chu in the back of tha magnum
For the record, don't think it was somethin you did
Shorty all on me cuz it's hard to resist the kid
I got a idea that's dope for y'all
As y'all could get so I could hit the both of y'all
I know she loves you (I know she loves you)
So I understand(I understand)
I'd probably be just as crazy about you
If you were my own man
Maybe next lifetime (Maybe next lifetime)
Possibly (Possibly)
Until then old friend
Your secret is safe with me
Don't cha wish your girlfriend was hot like me? (Oh)
Don't cha wish your girlfriend was a freak like me? (Like me)
Don't cha (Don't cha baby)
Don't cha (Alright say)
Don't cha wish your girlfriend was wrong like me? (wrong)
Don't cha wish your girlfriend was fun like me? (play fair)
Don't cha
Don't cha
Don't cha, Pussycat Dools
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Sweet sixteen
Tenho-me lembrado dele esta semana e voltei a lembrar-me hoje quando datava um recorte de jornal. A vida anda às voltas. Tem lógica de círculo. Lembrar-me dele traz-me um sorriso à cara do tamanho sei lá de quê. Provavelmente, do tamanho da paixão que senti por ele. Coisa de miúda, claro, mas que hoje também me parece coisa de gente grande.
É uma história que não recordo muitas vezes. Tenho de fazer um esforço para que me venham à memória mais do que imagens difusas. Imagens de uma festa de final de período que organizámos, enquanto associação de estudantes, no liceu. Último mês do ano de 1992. Eu e a r. ficámos encarregues do bengaleiro. Não estávamos à espera de ter tanta gente na festa, que foi um sucesso, e gerou-se uma confusão imensa no final, eu a e r. loucas, no meio de centenas de casacos, camisolas, cachecóis e chapéus de chuva que, só por sorte, terão ido parar às mãos dos seus legítimos proprietários...
Fomos apresentados durante a festa e a nossa primeira conversa aconteceu precisamente no final desta festa. Acho que foi nesse momento que caí de quatro por ele.
Não nos largámos, nos dias seguintes, inventávamos pretextos para estar juntos. Durante algumas semanas, alguns meses talvez, deixei de ponderar sequer participar em alguma saída sem me assegurar primeiro de que ele estaria presente. Passei a frequentar os mesmos bares, as mesmas discotecas, graças a amizades comuns passámos a estar juntos em festas de aniversário e outros jantares, sem que ele nunca assumisse totalmente um relacionamento que para mim era seríssimo mas para ele, já se vê, nem por isso.
Acredito que tenha gostado de mim, que gostava da minha companhia, mas nem de longe nem de perto levava aquilo tão a sério como eu.
Apercebi-me, depois, que talvez nunca me tenha conhecido bem. Porque a partir de um dado momento passei a ficar catatónica na sua presença. Idolatrava-o de tal forma que ficava sem reacção quando ele estava por perto.
Fazia tudo para estar com ele e imaginava o que lhe diria, mas depois não conseguia fazê-lo. Um nó na garganta impedia-me, pura e simplesmente, de falar. Tão tontinha. Talvez se tenha fartado. Não sei, nunca chegou a ser um namoro, acabou sem ter começado, também sobre isso nunca tive uma conversa com ele.
Foi o primeiro. O primeiro grande amor da minha vida. Meses depois daquela fabulosa festa de liceu, precisamente na altura em que nos estávamos a preparar para as férias de Verão, um amigo veio explicar-me, provavelmente a seu pedido, que os planos dele para o Verão não me incluíam.
Foi como se o Mundo desabasse sobre a minha cabeça. Eu tinha 16 anos, é preciso ver isso. Passei uma noite inteirinha em claro e acho que chorei todas as lágrimas dos meus 16 anos. No dia seguinte procurei o ombro da r. e lembro-me parfeitamente de estar sentada na cama dela a chorar e das palavras da t., sábia, do alto dos seus 19, 20 anos (!), dizendo-me que ia voltar a apaixonar-me, vezes e vezes sem conta, e que ia acabar por me esquecer.
Também me lembro de, lavada em lágrimas, lhe ter dito que não, que não queria, ninguém, nunca mais. Ai, meu Deus, isto é possível?...
Felizmente, tal como ela vaticinava, voltei a apaixonar-me, vezes e vezes sem conta.
Mas nunca, isso nunca, me esqueci dele.
Às vezes penso se o nó na garganta já se desfez. Se voltasse a ter oportunidade, será que conseguiria dizer-lhe tudo o que não lhe disse na altura? Tinha vontade, de lhe despejar tudo em cima, só para me sentir mais leve. Assim como fiz agora.
É uma história que não recordo muitas vezes. Tenho de fazer um esforço para que me venham à memória mais do que imagens difusas. Imagens de uma festa de final de período que organizámos, enquanto associação de estudantes, no liceu. Último mês do ano de 1992. Eu e a r. ficámos encarregues do bengaleiro. Não estávamos à espera de ter tanta gente na festa, que foi um sucesso, e gerou-se uma confusão imensa no final, eu a e r. loucas, no meio de centenas de casacos, camisolas, cachecóis e chapéus de chuva que, só por sorte, terão ido parar às mãos dos seus legítimos proprietários...
Fomos apresentados durante a festa e a nossa primeira conversa aconteceu precisamente no final desta festa. Acho que foi nesse momento que caí de quatro por ele.
Não nos largámos, nos dias seguintes, inventávamos pretextos para estar juntos. Durante algumas semanas, alguns meses talvez, deixei de ponderar sequer participar em alguma saída sem me assegurar primeiro de que ele estaria presente. Passei a frequentar os mesmos bares, as mesmas discotecas, graças a amizades comuns passámos a estar juntos em festas de aniversário e outros jantares, sem que ele nunca assumisse totalmente um relacionamento que para mim era seríssimo mas para ele, já se vê, nem por isso.
Acredito que tenha gostado de mim, que gostava da minha companhia, mas nem de longe nem de perto levava aquilo tão a sério como eu.
Apercebi-me, depois, que talvez nunca me tenha conhecido bem. Porque a partir de um dado momento passei a ficar catatónica na sua presença. Idolatrava-o de tal forma que ficava sem reacção quando ele estava por perto.
Fazia tudo para estar com ele e imaginava o que lhe diria, mas depois não conseguia fazê-lo. Um nó na garganta impedia-me, pura e simplesmente, de falar. Tão tontinha. Talvez se tenha fartado. Não sei, nunca chegou a ser um namoro, acabou sem ter começado, também sobre isso nunca tive uma conversa com ele.
Foi o primeiro. O primeiro grande amor da minha vida. Meses depois daquela fabulosa festa de liceu, precisamente na altura em que nos estávamos a preparar para as férias de Verão, um amigo veio explicar-me, provavelmente a seu pedido, que os planos dele para o Verão não me incluíam.
Foi como se o Mundo desabasse sobre a minha cabeça. Eu tinha 16 anos, é preciso ver isso. Passei uma noite inteirinha em claro e acho que chorei todas as lágrimas dos meus 16 anos. No dia seguinte procurei o ombro da r. e lembro-me parfeitamente de estar sentada na cama dela a chorar e das palavras da t., sábia, do alto dos seus 19, 20 anos (!), dizendo-me que ia voltar a apaixonar-me, vezes e vezes sem conta, e que ia acabar por me esquecer.
Também me lembro de, lavada em lágrimas, lhe ter dito que não, que não queria, ninguém, nunca mais. Ai, meu Deus, isto é possível?...
Felizmente, tal como ela vaticinava, voltei a apaixonar-me, vezes e vezes sem conta.
Mas nunca, isso nunca, me esqueci dele.
Às vezes penso se o nó na garganta já se desfez. Se voltasse a ter oportunidade, será que conseguiria dizer-lhe tudo o que não lhe disse na altura? Tinha vontade, de lhe despejar tudo em cima, só para me sentir mais leve. Assim como fiz agora.
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Nicalicious...
Que eu sou absolutamente fã dos Black Eyed Peas e sou capaz de ouvir o "Monkey Business" quinze vezes seguidas sem me cansar, já se sabe.
Agora, temos a Fergie, a solo. Quando for grande, quero ter (God help me...) metade do sex-appeal desta senhora, pode ser?... :)
Alguém consegue ficar macambúzio ao som desta música? Alguém normal, digo eu, consegue resistir? Eu não.
Esta vai inteiramente dedicada aos bichinhos que se infiltraram no meu corpo, provocando-me dores, espirros e tosse, e que pensam que me vão derrotar mas [AH,AH,AH] (i've got news for you, virus...)... NÃO VÃO CONSEGUIR! Porque eu sou nicalicious... mas não para o vosso bico, estupores!!!
«Listen up ya'll, cuz this is it
The beat that I'm bangin' is de-li-cious
Fergalicious definition make them boys go loco
They want my treasure so they get their pleasures from my photo
You could see you, you can't squeeze me
I ain't easy, I ain't sleazy
I got reasons why I tease 'em
Boys just come and go like seasons
Fergalicious (so delicious)
But I ain't promiscuous
And if you was suspicious
All that shit is fictitious
I blow kisses (mmmwwahhh)
That puts them boys on rock, rock
And they be lining down the block just to watch what I got (four, tres, two, uno)
So delicious (It's hot, hot)
So delicious (I put them boys on rock, rock)
So delicious (they wanna slice of what I got)
Fergalicious (t-t-t-t-t-tasty, tasty)
Fergalicious def-, Fergalicious def-, Fergalicious def- [def fading echo]
Fergalicious definition make them boys go crazy
They always claim they know me
Comin' to me call me Stacy (Hey Stacy)
I'm the F to the E, R, G the I the E
And can't no other lady put it down like me
I'm Fergalicious (so delicious)
My body stay vicious
I be up in the gym just working on my fitness
He's my witness (oooh wee)
I put yo' boy on rock rock
And he be lining down the block just to watch what I got (four, tres, two, uno)
So delicious (It's hot, hot)
So delicious (I put them boys on rock, rock)
So delicious (they wanna slice of what I got)
Fergalicious (hold hold hold hold hold up, check it out)
Baby, baby, baby
If you really want me
Honey get some patience
Maybe then you'll get a taste
I'll be tasty, tasty, I'll be laced with lacey
It's so tasty, tasty, It'll make you crazy
T to the A to the S T E Y girl you tasty, T to the A to the S T E Y girl you tasty
D to the E to the L I C I O U S, to the D to the E to the, to the, to the, hit it Fergie
All the time I turn around always brotha's gather round
Always looking at me up and down looking at my (uuhh)
I just wanna say
It now I ain't tryin to round up drama little mama
I don't wanna take your man
And I know I'm comin off just a little bit conceited
And I keep on repeating how the boys wanna eat it
But I'm tryin' to tell, that I can't be treated like clientele
Cuz' they say she
Delicious (So delicious)
But I ain't promiscuous
And if you was suspicious
All that shit is fictitious
I blow kisses (mmmwwahhh)
That puts them boys on rock, rock
And they be lining down the block just to watch what I got (got, got, got)
Four, tres, two, uno
My body stay vicious
I be up in the gym just working on my fitness
He's my witness (oooh wee)
I put yo' boy on rock rock
And he be lining down the block just to watch what I got (four, tres, two, uno)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
I'm Fergalicious, t-t-t-t-t tasty, tasty
It's so delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
I'm Fergalicious, t-t-t-t-t-t-t-t-t-t (aye, aye, aye, aye)
T to the A to the S T E Y girl you tasty [x4]
T to the A to the S T E Y girl you tasty, T to the A, to the, to the (four, tres, two, uno)
D to the E to the L I C I O U S, to the D to the E to the L I C I O U S to the
D to the E to the L I C I O U S, to the D to the E to the, to the, to the
(four, tres, two, uno)
T to the A to the S T E Y girl you tasty [x2]
T to the A to the S T E Y girl you tasty, T to the A, to the, four, tres, two, uno
D to the E to the L I C I O U S, to the D to the E to the L I C I O U S to the
D to the E to the L I C I O U S, to the D to the E to the, to the, to the, to the, to the.....»
Fergie, "Fergalicious"
Agora, temos a Fergie, a solo. Quando for grande, quero ter (God help me...) metade do sex-appeal desta senhora, pode ser?... :)
Alguém consegue ficar macambúzio ao som desta música? Alguém normal, digo eu, consegue resistir? Eu não.
Esta vai inteiramente dedicada aos bichinhos que se infiltraram no meu corpo, provocando-me dores, espirros e tosse, e que pensam que me vão derrotar mas [AH,AH,AH] (i've got news for you, virus...)... NÃO VÃO CONSEGUIR! Porque eu sou nicalicious... mas não para o vosso bico, estupores!!!
«Listen up ya'll, cuz this is it
The beat that I'm bangin' is de-li-cious
Fergalicious definition make them boys go loco
They want my treasure so they get their pleasures from my photo
You could see you, you can't squeeze me
I ain't easy, I ain't sleazy
I got reasons why I tease 'em
Boys just come and go like seasons
Fergalicious (so delicious)
But I ain't promiscuous
And if you was suspicious
All that shit is fictitious
I blow kisses (mmmwwahhh)
That puts them boys on rock, rock
And they be lining down the block just to watch what I got (four, tres, two, uno)
So delicious (It's hot, hot)
So delicious (I put them boys on rock, rock)
So delicious (they wanna slice of what I got)
Fergalicious (t-t-t-t-t-tasty, tasty)
Fergalicious def-, Fergalicious def-, Fergalicious def- [def fading echo]
Fergalicious definition make them boys go crazy
They always claim they know me
Comin' to me call me Stacy (Hey Stacy)
I'm the F to the E, R, G the I the E
And can't no other lady put it down like me
I'm Fergalicious (so delicious)
My body stay vicious
I be up in the gym just working on my fitness
He's my witness (oooh wee)
I put yo' boy on rock rock
And he be lining down the block just to watch what I got (four, tres, two, uno)
So delicious (It's hot, hot)
So delicious (I put them boys on rock, rock)
So delicious (they wanna slice of what I got)
Fergalicious (hold hold hold hold hold up, check it out)
Baby, baby, baby
If you really want me
Honey get some patience
Maybe then you'll get a taste
I'll be tasty, tasty, I'll be laced with lacey
It's so tasty, tasty, It'll make you crazy
T to the A to the S T E Y girl you tasty, T to the A to the S T E Y girl you tasty
D to the E to the L I C I O U S, to the D to the E to the, to the, to the, hit it Fergie
All the time I turn around always brotha's gather round
Always looking at me up and down looking at my (uuhh)
I just wanna say
It now I ain't tryin to round up drama little mama
I don't wanna take your man
And I know I'm comin off just a little bit conceited
And I keep on repeating how the boys wanna eat it
But I'm tryin' to tell, that I can't be treated like clientele
Cuz' they say she
Delicious (So delicious)
But I ain't promiscuous
And if you was suspicious
All that shit is fictitious
I blow kisses (mmmwwahhh)
That puts them boys on rock, rock
And they be lining down the block just to watch what I got (got, got, got)
Four, tres, two, uno
My body stay vicious
I be up in the gym just working on my fitness
He's my witness (oooh wee)
I put yo' boy on rock rock
And he be lining down the block just to watch what I got (four, tres, two, uno)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
I'm Fergalicious, t-t-t-t-t tasty, tasty
It's so delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
So delicious (aye, aye, aye, aye)
I'm Fergalicious, t-t-t-t-t-t-t-t-t-t (aye, aye, aye, aye)
T to the A to the S T E Y girl you tasty [x4]
T to the A to the S T E Y girl you tasty, T to the A, to the, to the (four, tres, two, uno)
D to the E to the L I C I O U S, to the D to the E to the L I C I O U S to the
D to the E to the L I C I O U S, to the D to the E to the, to the, to the
(four, tres, two, uno)
T to the A to the S T E Y girl you tasty [x2]
T to the A to the S T E Y girl you tasty, T to the A, to the, four, tres, two, uno
D to the E to the L I C I O U S, to the D to the E to the L I C I O U S to the
D to the E to the L I C I O U S, to the D to the E to the, to the, to the, to the, to the.....»
Fergie, "Fergalicious"
terça-feira, 9 de janeiro de 2007
Under the effect...
É provável que, num ou noutro dia das nossas vidas, todos nos tenhamos já (ou venhamos ainda) a sentir assim. A sentir que às vezes as melhores coisas nos acontecem nos momentos mais inapropriados, as melhores pessoas passaram por nós quando estávamos de costas, as melhores garrafas de vinho foram abertas no dia em que decidimos beber água, as melhores emoções quiseram entrar quando tínhamos o coração fechado.
Timing. Tudo uma questão de timing.
Para que não possamos dizer que nos arrependemos do que não fizémos, corremos atrás, queremos agarrar nas mãos toda a areia do Universo que teima em escapar-se por entre os dedos.
Mas não é possível viver mais do que uma vida na nossa. Tudo acontece num determinado momento por uma razão qualquer. Tem sido sempre assim, vendo bem as coisas.
Como se dezenas, ou centenas, de enormes tubos de plástico, daqueles escorregas dos parques de diversão aquáticos, desembocassem na minha vida.
De vez em quando, de tempos a tempos, vindo sabe-se lá de onde, escorrega alguém de lá de cima para aterrar em cima da minha cabeça, ou de mim toda, às vezes esborrachando-me, tirando-me o ar.
É um clássico da minha vida. Pessoas importantes passam a fazer parte dela em resultado de um acaso, uma coincidência, uma partida do destino (?).
Isto resume, muito provavelmente, a vida de toda a gente. E eu a armar-me em presunçosa, a pensar que só a mim.
Mas comigo acontece muito. Basta lembrar-me da forma como conheci as minhas melhores amigas, ou os meus namorados, ou o meu marido. Tudo histórias feitas de improbabilidades. E na qual aquele momento em que, desprovida de todas as defesas, baixei a guarda e pensei para mim própria "deixa-te de merdas!", foi determinante.
Também é verdade que isto da defesa, da armadura de ferro, foi uma coisa que se foi colando à minha pele com os anos. Nem sempre foi assim e por me ter valido alguns dissabores fui começando a desconfiar cada vez mais das boas intenções das pessoas que se aproximavam.
Mas elas continuaram a escorregar por ali abaixo. Só que antes de as deixar instalar-se na minha vida passei a exigir um certificado de bom carácter.
Analisando, ao detalhe, as palavras, os gestos, os olhares, sentindo-me intelegentíssima ao achar que conseguiria, agora sim, distinguir o trigo do joio, como se tivesse pendurado na testa uma placa a dizer "seja bem vindo quem vier por bem".
Só depois, então plenamente convicta de que ali estava alguém que merecia escorregar pela minha vida adentro, me entregava sem reservas e sem voltar a olhar para trás ou a vestir a armadura.
Talvez não tenha sido uma atitude assim tão inteligente.
Talvez tivesse sido melhor deixar escorregar pessoas que à partida não traziam o "Q" (de qualidade) tatuado no braço. Quem sabe essas não teriam feito toda a diferença?
Talvez tivesse sofrido. Ou talvez não.
Felizmente ainda só tenho 30 anos (disse isto ontem), talvez não seja tarde para permitir que me escorreguem pela vida dentro pessoas diferentes daquelas às quais tenho permitido a entrada. Pelo sim, pelo não, vou exigir consumo mínimo. Para que isto não se transforme num avacalhanço, é só por isso.
Vou-me pôr de plantão à saída do escorrega mas com um sorriso tão grande, mas tão grande, que tenho quase a certeza que nenhum mal intencionado se vai atrever a, sequer, aproximar-se.
É que os sorrisos sinceros afastam as pessoas mal intencionadas, é bom que me vá convencendo disto. E a felicidade atrai a felicidade, ou não?
É perfeitamente natural que este chorrilho de disparates que me saiu directamente do coração para os dedos resulte da consciencialização dos meus 30 anos. Isto aos poucos vai-se entranhando em mim.
Ou então resulta da substancial quantidade de drogas que circula nas minhas veias. Tipo Antigripine e tal...
Timing. Tudo uma questão de timing.
Para que não possamos dizer que nos arrependemos do que não fizémos, corremos atrás, queremos agarrar nas mãos toda a areia do Universo que teima em escapar-se por entre os dedos.
Mas não é possível viver mais do que uma vida na nossa. Tudo acontece num determinado momento por uma razão qualquer. Tem sido sempre assim, vendo bem as coisas.
Como se dezenas, ou centenas, de enormes tubos de plástico, daqueles escorregas dos parques de diversão aquáticos, desembocassem na minha vida.
De vez em quando, de tempos a tempos, vindo sabe-se lá de onde, escorrega alguém de lá de cima para aterrar em cima da minha cabeça, ou de mim toda, às vezes esborrachando-me, tirando-me o ar.
É um clássico da minha vida. Pessoas importantes passam a fazer parte dela em resultado de um acaso, uma coincidência, uma partida do destino (?).
Isto resume, muito provavelmente, a vida de toda a gente. E eu a armar-me em presunçosa, a pensar que só a mim.
Mas comigo acontece muito. Basta lembrar-me da forma como conheci as minhas melhores amigas, ou os meus namorados, ou o meu marido. Tudo histórias feitas de improbabilidades. E na qual aquele momento em que, desprovida de todas as defesas, baixei a guarda e pensei para mim própria "deixa-te de merdas!", foi determinante.
Também é verdade que isto da defesa, da armadura de ferro, foi uma coisa que se foi colando à minha pele com os anos. Nem sempre foi assim e por me ter valido alguns dissabores fui começando a desconfiar cada vez mais das boas intenções das pessoas que se aproximavam.
Mas elas continuaram a escorregar por ali abaixo. Só que antes de as deixar instalar-se na minha vida passei a exigir um certificado de bom carácter.
Analisando, ao detalhe, as palavras, os gestos, os olhares, sentindo-me intelegentíssima ao achar que conseguiria, agora sim, distinguir o trigo do joio, como se tivesse pendurado na testa uma placa a dizer "seja bem vindo quem vier por bem".
Só depois, então plenamente convicta de que ali estava alguém que merecia escorregar pela minha vida adentro, me entregava sem reservas e sem voltar a olhar para trás ou a vestir a armadura.
Talvez não tenha sido uma atitude assim tão inteligente.
Talvez tivesse sido melhor deixar escorregar pessoas que à partida não traziam o "Q" (de qualidade) tatuado no braço. Quem sabe essas não teriam feito toda a diferença?
Talvez tivesse sofrido. Ou talvez não.
Felizmente ainda só tenho 30 anos (disse isto ontem), talvez não seja tarde para permitir que me escorreguem pela vida dentro pessoas diferentes daquelas às quais tenho permitido a entrada. Pelo sim, pelo não, vou exigir consumo mínimo. Para que isto não se transforme num avacalhanço, é só por isso.
Vou-me pôr de plantão à saída do escorrega mas com um sorriso tão grande, mas tão grande, que tenho quase a certeza que nenhum mal intencionado se vai atrever a, sequer, aproximar-se.
É que os sorrisos sinceros afastam as pessoas mal intencionadas, é bom que me vá convencendo disto. E a felicidade atrai a felicidade, ou não?
É perfeitamente natural que este chorrilho de disparates que me saiu directamente do coração para os dedos resulte da consciencialização dos meus 30 anos. Isto aos poucos vai-se entranhando em mim.
Ou então resulta da substancial quantidade de drogas que circula nas minhas veias. Tipo Antigripine e tal...
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Bela música, esta...
Anda por aí a tocar uma música que me tem feito dar ao pézinho e, até, (ai quem me acode...) cantar, a plenos pulmões. Mas só dentro da minha Polo, porque ela não se queixa...
O rapazito chama-se Rob Thomas e a bela da canção dá pelo título de "Lonely No More", o que, já de si, é um belo princípio.
Let's look at the trailer, then...
«Now it seems to me
That you know just what to say
Words are only words
Can you show me something else
Can you swear to me that you'll always be this way
Show me how you feel
More than ever baby
[Chorus:] [é aqui que eu entro, em grande estilo...]
I don't wanna be lonely no more
I don't wanna have to pay for this
I don't want to know the lover at my door
Is just another heartache on my list
I don't wanna be angry no more
You know I could never stand for this
So when you tell me that you love me know for sure
I don't want to be lonely anymore
Now its hard for me with my heart still on the mend
Open up to me, like you do your girlfriends
And you sing to me and it's harmony
Girl, what you do to me is everything
Make me say anything; just to get you back again
Why can we just try
[Chorus:] [e aqui, outra vez...]
I don't wanna be lonely no more
I don't wanna have to pay for this
I don't want to know the lover at my door
Is just another heartache on my list
I don't wanna be angry no more
You know I could never stand for this
So when you tell me that you love me know for sure
I don't want to be lonely anymore
[esta parte agora é muito gira...]
What if I was good to you, what if you were good to me
What if I could hold you till I feel you move inside of me
What if it was paradise, what if we were symphonies
What if I gave all my life to find some way to stand beside you
[Chorus:]
I don't wanna be lonely no more
I don't wanna have to pay for this
I don't want to know the lover at my door
Is just another heartache on my list
I don't wanna be angry no more
You know I could never stand for this
So when you tell me that you love me know for sure
I don't want to be lonely anymore
I don't wanna be lonely anymore [x3]»
(Lonely No More, Rob Thomas)
O rapazito chama-se Rob Thomas e a bela da canção dá pelo título de "Lonely No More", o que, já de si, é um belo princípio.
Let's look at the trailer, then...
«Now it seems to me
That you know just what to say
Words are only words
Can you show me something else
Can you swear to me that you'll always be this way
Show me how you feel
More than ever baby
[Chorus:] [é aqui que eu entro, em grande estilo...]
I don't wanna be lonely no more
I don't wanna have to pay for this
I don't want to know the lover at my door
Is just another heartache on my list
I don't wanna be angry no more
You know I could never stand for this
So when you tell me that you love me know for sure
I don't want to be lonely anymore
Now its hard for me with my heart still on the mend
Open up to me, like you do your girlfriends
And you sing to me and it's harmony
Girl, what you do to me is everything
Make me say anything; just to get you back again
Why can we just try
[Chorus:] [e aqui, outra vez...]
I don't wanna be lonely no more
I don't wanna have to pay for this
I don't want to know the lover at my door
Is just another heartache on my list
I don't wanna be angry no more
You know I could never stand for this
So when you tell me that you love me know for sure
I don't want to be lonely anymore
[esta parte agora é muito gira...]
What if I was good to you, what if you were good to me
What if I could hold you till I feel you move inside of me
What if it was paradise, what if we were symphonies
What if I gave all my life to find some way to stand beside you
[Chorus:]
I don't wanna be lonely no more
I don't wanna have to pay for this
I don't want to know the lover at my door
Is just another heartache on my list
I don't wanna be angry no more
You know I could never stand for this
So when you tell me that you love me know for sure
I don't want to be lonely anymore
I don't wanna be lonely anymore [x3]»
(Lonely No More, Rob Thomas)
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
Hoje é dia de festa...
Ontem à noite fomos ao shopping. Fizémos uma compras numa loja e pedi ao rapazito que nos atendeu que me fizésse um embrulho. Disse-me que em altura de promoções não faziam embrulhos. E acrescentou "é uma má altura para fazer anos. Esta e o Natal, porque as pessoas que fazem anos no Natal recebem sempre os presentes embrulhados em papel de Natal!".
O rapazito, coitado, disse isto com grande convicção mas calou-se logo a seguir porque ficaram dois paspalhos a olhar para ele, com aquele olhar que diz "sim, nós fazemos anos na altura no Natal e na altura das promoções!".
Resumindo, o meu marido faz anos hoje. Pois é, fazemos anos com pouquíssimo tempo de intervalo... uma semana e meia... e somos do mesmo signo...
Claro que com uma diferença que faz toda a diferença. É que ele leva-me cinco anos de avanço. Eu a virar a esquina dos 30 e ele a iniciar, como ele costuma dizer, a vertiginosa descida até aos 40...
Gosto de o picar com isto de que sou muito mais nova e tal, de que AINDA só tenho 30 anos, enquanto que ele já vai a caminho dos 'entas. Sou terrível. Ele, para me chatear, diz que também se achava muito novo aos 30 e ameaça "dou-te mais uns meses para começares a acusar o peso dos anos!".
Para acabar com a conversa remato sempre com a sacramental pergunta "já me viste melhor do que estou hoje?", à qual ele é incapaz de responder que sim...
Por coincidência, só hoje vou oferecer aos colegas aqui do estaminé o tradicional lanche de aniversário e, se tudo correr bem, vou chegar a casa com um presente! E aposto que o meu marido vai dizer "porra, nem no dia dos meus anos me deixas ter o protagonismo!".
Parabéns, z., tens sido o melhor marido de todos (é certo que é a primeira vez que sou casada e que estou a ser extraordinariamente querida porque fazes anos hoje... LOLOLOLOL), continua a abrir caminho para mim, que eu sigo logo atrás... :)
O rapazito, coitado, disse isto com grande convicção mas calou-se logo a seguir porque ficaram dois paspalhos a olhar para ele, com aquele olhar que diz "sim, nós fazemos anos na altura no Natal e na altura das promoções!".
Resumindo, o meu marido faz anos hoje. Pois é, fazemos anos com pouquíssimo tempo de intervalo... uma semana e meia... e somos do mesmo signo...
Claro que com uma diferença que faz toda a diferença. É que ele leva-me cinco anos de avanço. Eu a virar a esquina dos 30 e ele a iniciar, como ele costuma dizer, a vertiginosa descida até aos 40...
Gosto de o picar com isto de que sou muito mais nova e tal, de que AINDA só tenho 30 anos, enquanto que ele já vai a caminho dos 'entas. Sou terrível. Ele, para me chatear, diz que também se achava muito novo aos 30 e ameaça "dou-te mais uns meses para começares a acusar o peso dos anos!".
Para acabar com a conversa remato sempre com a sacramental pergunta "já me viste melhor do que estou hoje?", à qual ele é incapaz de responder que sim...
Por coincidência, só hoje vou oferecer aos colegas aqui do estaminé o tradicional lanche de aniversário e, se tudo correr bem, vou chegar a casa com um presente! E aposto que o meu marido vai dizer "porra, nem no dia dos meus anos me deixas ter o protagonismo!".
Parabéns, z., tens sido o melhor marido de todos (é certo que é a primeira vez que sou casada e que estou a ser extraordinariamente querida porque fazes anos hoje... LOLOLOLOL), continua a abrir caminho para mim, que eu sigo logo atrás... :)
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Travessuras da Menina Má
E pronto, já cá estamos, em 2007. Vai ser um ano fantástico. Esta foi a minha resolução de ano novo. Fazer deste ano um ano fantástico.
Começou bem, lá em casa. Para não destoar em relação ao Natal, permiti-me comer e beber tudo o que me apetecia, o que, certamente, vai resultar num ou dois quilinhos a mais... Nada que me tire o sono. Já comecei a beber água em quantidades industriais e, se vir o caso mal parado, até chá verde marcha!
Passadas as festas, é tempo de regressar em força ao trabalho (não que eu tenha estado de férias...) e ao corre-corre do quotidiano, mas tudo bem, como ouvi dizer ontem na televisão a um jovem brasileiro, o que é preciso é "saúde e paz, o resto a gente corre atrás!".
Nestes dias entre o Natal e o ano novo é costume agarrar-me cheia de vontade aos livros que me oferecem. O primeiro a sair do saco foi "Travessuras da Menina Má", do Mario Vargas Llosa.
Foi o primeiro que li dele. Li, não, devorei é o verbo certo, porque o livro derreteu-se nas minhas mãos entre a noite de Natal e a noite de ano novo.
Não sei se é do meu coração mole, mas foi um dos livros mais bonitos e intensos que já li. Uma história de amor maravilhosa, mas não feliz. Passei metade do livro a acreditar que podia ter um final feliz, mas a dada altura convenci-me de que isso não ia acontecer. O que me fez saborear ainda mais os momentos felizes daquela relação estranhíssima entre o "Ricardito" e a "menina má", precisamente por estar certa de que aquilo não ia acabar bem.
E daí, talvez tenha acabado bem. Talvez não pudesse, ou não devesse, acabar de outra forma. Fartei-me de chorar e de rir com o livro. Não me canso de dizer, que história lindíssima. Cada encontro e cada desencontro fazem perfeito sentido no todo da história, que se resume a um amor avassalador de um homem a uma mulher de mil caras que lhe diz, a dada altura, que nunca lhe vai dizer que o ama, mesmo que venha a amá-lo um dia. Ela trata-o tão mal, tão mal, mas nunca, em nenhum momento, deixei de torcer para que ficassem juntos, porque os momentos de felicidade que partilham são tão intensos que só é possível torcer para que ele continue a aceitá-la de volta, mesmo depois de ela o fazer sofrer imenso...
Adorei. Era mesmo o livro que eu precisava de ler. Acho que foi mesmo a melhor escolha, para primeiro livro dos meus 30 anos.
Obrigada ao meu amorosíssimo marido, que foi quem mo ofereceu, e que às vezes também tem de aturar as neuras de uma menina má...
Começou bem, lá em casa. Para não destoar em relação ao Natal, permiti-me comer e beber tudo o que me apetecia, o que, certamente, vai resultar num ou dois quilinhos a mais... Nada que me tire o sono. Já comecei a beber água em quantidades industriais e, se vir o caso mal parado, até chá verde marcha!
Passadas as festas, é tempo de regressar em força ao trabalho (não que eu tenha estado de férias...) e ao corre-corre do quotidiano, mas tudo bem, como ouvi dizer ontem na televisão a um jovem brasileiro, o que é preciso é "saúde e paz, o resto a gente corre atrás!".
Nestes dias entre o Natal e o ano novo é costume agarrar-me cheia de vontade aos livros que me oferecem. O primeiro a sair do saco foi "Travessuras da Menina Má", do Mario Vargas Llosa.
Foi o primeiro que li dele. Li, não, devorei é o verbo certo, porque o livro derreteu-se nas minhas mãos entre a noite de Natal e a noite de ano novo.
Não sei se é do meu coração mole, mas foi um dos livros mais bonitos e intensos que já li. Uma história de amor maravilhosa, mas não feliz. Passei metade do livro a acreditar que podia ter um final feliz, mas a dada altura convenci-me de que isso não ia acontecer. O que me fez saborear ainda mais os momentos felizes daquela relação estranhíssima entre o "Ricardito" e a "menina má", precisamente por estar certa de que aquilo não ia acabar bem.
E daí, talvez tenha acabado bem. Talvez não pudesse, ou não devesse, acabar de outra forma. Fartei-me de chorar e de rir com o livro. Não me canso de dizer, que história lindíssima. Cada encontro e cada desencontro fazem perfeito sentido no todo da história, que se resume a um amor avassalador de um homem a uma mulher de mil caras que lhe diz, a dada altura, que nunca lhe vai dizer que o ama, mesmo que venha a amá-lo um dia. Ela trata-o tão mal, tão mal, mas nunca, em nenhum momento, deixei de torcer para que ficassem juntos, porque os momentos de felicidade que partilham são tão intensos que só é possível torcer para que ele continue a aceitá-la de volta, mesmo depois de ela o fazer sofrer imenso...
Adorei. Era mesmo o livro que eu precisava de ler. Acho que foi mesmo a melhor escolha, para primeiro livro dos meus 30 anos.
Obrigada ao meu amorosíssimo marido, que foi quem mo ofereceu, e que às vezes também tem de aturar as neuras de uma menina má...
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
Lasanha bettencourtiana
Ia começar por falar da aventura que foi receber a família em casa na noite da Consoada, quando me dei conta de que tinha deixado passar em branco o segundo jantar da irmandade, desta feita em casa da i. e do p.
Lamentável falha! Imperdoável, mesmo!
Até porque, se não foi a melhor lasanha que alguma vez me passou pelo estreito, foi, certamente, a que melhor me soube! Nota dez, para o casal, que se desfez em atenções para que todos nos sentíssemos como se estivéssemos em casa. O jantar, a começar pelas entradas e a terminar na sobremesa (sim, foi a Mãe da i. que fez o pudim, eu sei, e estava delicioso!), estava fantástico.
As sobrinhas deliraram com o Mao e com o Ming (estes são os gatos da i.), que também deliraram com elas (ou não...). :)
A continuar assim, acho que vamos bem encaminhadas no sentido de dizer que aquele grupo é uma segunda família. Íncrivel, como somos todos tão diferentes uns dos outros e, não me canso de repetir isto, a coisa resulta! E agora com mais um bebé a caminho, tudo se compõe ainda mais!
Muito, muito bom, saber que existimos na vida uns dos outros. Amiga(o)s, sois GRANDES! :)
Lamentável falha! Imperdoável, mesmo!
Até porque, se não foi a melhor lasanha que alguma vez me passou pelo estreito, foi, certamente, a que melhor me soube! Nota dez, para o casal, que se desfez em atenções para que todos nos sentíssemos como se estivéssemos em casa. O jantar, a começar pelas entradas e a terminar na sobremesa (sim, foi a Mãe da i. que fez o pudim, eu sei, e estava delicioso!), estava fantástico.
As sobrinhas deliraram com o Mao e com o Ming (estes são os gatos da i.), que também deliraram com elas (ou não...). :)
A continuar assim, acho que vamos bem encaminhadas no sentido de dizer que aquele grupo é uma segunda família. Íncrivel, como somos todos tão diferentes uns dos outros e, não me canso de repetir isto, a coisa resulta! E agora com mais um bebé a caminho, tudo se compõe ainda mais!
Muito, muito bom, saber que existimos na vida uns dos outros. Amiga(o)s, sois GRANDES! :)
quinta-feira, 28 de dezembro de 2006
Oh, happy day...
Pronto, é oficial, tenho 30 anos! Muito melhor que ter 29, diga-se, porque é um número "redondo". Acho que será, também, melhor que ter 31. Ainda para mais, sempre gostei do número 3 e ando convencida de que é um número com boa vibração.
Assim sendo, não podia estar mais feliz e orgulhosa das minhas três décadas.
Os vinte's foram uma fase, sem dúvida. Tirei a carta. Acabei o curso, com 21. Também terminei um namoro. E comecei outro. Dois namoros longos que terminaram quando deviam ter terminado mas que me deixaram muito boas recordações e, pelo menos, uma forte amizade.
O meio da década foi um ponto de viragem. Conheci o a. e logo de seguida mudei de emprego. E casei-me. Casámo-nos. Vistas assim as coisas, foi uma década bem vivida e feliz, sem dúvida.
Mas estou ainda mais optimista em relação aos 30. Não me lembro de ter pensado muito em nada disto quando fiz 20. Lá está, a diferença entre ter 20 e ter 30. É que com 30 já pensamos. :)
Mesmo sendo suspeita, acho mesmo que uma mulher está no seu auge aos 30. Olhando para as fotografias do passado, não me apetece nada voltar a ser como era aos 20 ou aos 25. Nããããã... Já estive mais gordinha, já estive mais magrinha, mas isso não me aborrece nada. Hoje convivo muito bem com todos os meus defeitos físicos (as minhas características...), apetece-me voltar a deixar crescer o cabelo, algo que há muitos anos não fazia, e estou no bom caminho!
E depois, a felicidade suprema - no dia dos meus anos almoçámos em família (com os meus pais e os meus tios), passei a tarde com as melhores amigas do Mundo e depois jantámos, eu e as amigas e mais outras amigas ainda, nós e os nossos maridos, compondo um cenário que me comoveu e me encheu o coração de uma alegria que é impossível exprimir - os amigos de ontem e os de hoje, todos juntos, à volta de uma mesa, a brindar à saúde de uma pessoa, que por acaso sou eu, e a quem todas aquelas pessoas maravilhosas (as melhores do Mundo!) dão a honra de ser sua amiga! Obrigada, meu Deus! Eu mereço?...
Assim sendo, não podia estar mais feliz e orgulhosa das minhas três décadas.
Os vinte's foram uma fase, sem dúvida. Tirei a carta. Acabei o curso, com 21. Também terminei um namoro. E comecei outro. Dois namoros longos que terminaram quando deviam ter terminado mas que me deixaram muito boas recordações e, pelo menos, uma forte amizade.
O meio da década foi um ponto de viragem. Conheci o a. e logo de seguida mudei de emprego. E casei-me. Casámo-nos. Vistas assim as coisas, foi uma década bem vivida e feliz, sem dúvida.
Mas estou ainda mais optimista em relação aos 30. Não me lembro de ter pensado muito em nada disto quando fiz 20. Lá está, a diferença entre ter 20 e ter 30. É que com 30 já pensamos. :)
Mesmo sendo suspeita, acho mesmo que uma mulher está no seu auge aos 30. Olhando para as fotografias do passado, não me apetece nada voltar a ser como era aos 20 ou aos 25. Nããããã... Já estive mais gordinha, já estive mais magrinha, mas isso não me aborrece nada. Hoje convivo muito bem com todos os meus defeitos físicos (as minhas características...), apetece-me voltar a deixar crescer o cabelo, algo que há muitos anos não fazia, e estou no bom caminho!
E depois, a felicidade suprema - no dia dos meus anos almoçámos em família (com os meus pais e os meus tios), passei a tarde com as melhores amigas do Mundo e depois jantámos, eu e as amigas e mais outras amigas ainda, nós e os nossos maridos, compondo um cenário que me comoveu e me encheu o coração de uma alegria que é impossível exprimir - os amigos de ontem e os de hoje, todos juntos, à volta de uma mesa, a brindar à saúde de uma pessoa, que por acaso sou eu, e a quem todas aquelas pessoas maravilhosas (as melhores do Mundo!) dão a honra de ser sua amiga! Obrigada, meu Deus! Eu mereço?...
sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
Aniversário orgásmico
É hoje...
«A proposta da organização Global Orgasm é claríssima: Vamos todos contribuir para a paz mundial através do prazer. Ao mesmo tempo.
O fim da guerra e de todos os conflitos mundiais pode ser, afinal, mais fácil de alcançar do que se pensa. Falhadas que foram muitas negociações diplomáticas, o caminho para a Paz passa, calcule-se, pelo prazer. E é partindo desta premissa que uma Organização Não Governamental lança ao mundo um desafio que tem tanto de insólito como de nobre: um Orgasmo Global Sincronizado pela Paz.
E dada a dimensão da causa, este orgasmo tem regras e exige (mais do que todos os outros) sintonia e entrega total, não só com o parceiro escolhido mas com o mundo em geral.
O objectivo da Global Orgasm é conseguir que o maior número de pessoas tenha um orgasmo ao mesmo tempo, concentrando (durante e depois) a sua energia para pensamentos positivos a favor da Paz e do fim dos conflitos mundiais.
Na sua declaração de missão, a organização faz saber que “a combinação da alta energia orgasmica, com uma vontade intensa, tem um efeito maior do que a meditação e as orações em massa”. Tudo porque este orgasmo colectivo (se a participação for a que se espera) será capaz de injectar elevadíssimos níveis de energia positiva no campo magnético da terra. O resultado directo: a redução dos níveis violência no mundo.
E para que tudo corra bem, nem a data é escolhida ao acaso. O dia 22 de Dezembro representa o solstício de Inverno, que no calendário Maia significa um «recomeço».(in "Expresso")
É amanhã...
30!!! :)
«A proposta da organização Global Orgasm é claríssima: Vamos todos contribuir para a paz mundial através do prazer. Ao mesmo tempo.
O fim da guerra e de todos os conflitos mundiais pode ser, afinal, mais fácil de alcançar do que se pensa. Falhadas que foram muitas negociações diplomáticas, o caminho para a Paz passa, calcule-se, pelo prazer. E é partindo desta premissa que uma Organização Não Governamental lança ao mundo um desafio que tem tanto de insólito como de nobre: um Orgasmo Global Sincronizado pela Paz.
E dada a dimensão da causa, este orgasmo tem regras e exige (mais do que todos os outros) sintonia e entrega total, não só com o parceiro escolhido mas com o mundo em geral.
O objectivo da Global Orgasm é conseguir que o maior número de pessoas tenha um orgasmo ao mesmo tempo, concentrando (durante e depois) a sua energia para pensamentos positivos a favor da Paz e do fim dos conflitos mundiais.
Na sua declaração de missão, a organização faz saber que “a combinação da alta energia orgasmica, com uma vontade intensa, tem um efeito maior do que a meditação e as orações em massa”. Tudo porque este orgasmo colectivo (se a participação for a que se espera) será capaz de injectar elevadíssimos níveis de energia positiva no campo magnético da terra. O resultado directo: a redução dos níveis violência no mundo.
E para que tudo corra bem, nem a data é escolhida ao acaso. O dia 22 de Dezembro representa o solstício de Inverno, que no calendário Maia significa um «recomeço».(in "Expresso")
É amanhã...
30!!! :)
quinta-feira, 21 de dezembro de 2006
Two days to go...
Faltam dois dias para os 30. Isto é, ao mesmo tempo, óptimo e ligeiramente assustador. Mas é sobretudo óptimo. Tenho bons presssentimentos em relação à próxima década. E isto nem é muito comum, em mim...
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
Ao José (da Conceição)
Este post é dedicado a um amigo que se chama José da Conceição. O José (da Conceição) diz pêro em vez de maçã. O José (da Conceição) trata-nos por "minha gente". O José (da Conceição) disse-me uma vez que dormir de pijama era mais higiénico (e eu não sei porque nunca me esqueci disto). O José (da Conceição) gosta de música à qual eu chamaria esquisita. O José (da Conceição) padece de uma doença oftalmológica cujo nome eu nunca vou ser capaz de memorizar mas da qual eu gostava que ele não sofresse. O José (da Conceição) muda o tom de voz para um muito mais fininho quando diz coisas disparatadas e isso tem muita graça. O José (da Conceição) chora quando ri muito e com muita vontade. Depois tira os óculos, dá-lhes uma limpeza, e volta a colocá-los e a assumir o ar sério e a postura. O José (da Conceição) manda-me mails que fazem com que as lágrimas me saltem dos olhos. O José (da Conceição) foi, em tempos, meu senhorio. E queria despejar-me, por não ter pago a renda a tempo e horas. And we'll always have porco (doce)...
sexta-feira, 15 de dezembro de 2006
Vida em construção...
Obras em casa e no trabalho é de mais, mesmo para mim. Não há espírito natalício que resista. Por causa das obras em casa ainda não tenho árvore de Natal. Talvez consiga fazê-la na véspera (seria bom...). Por causa das obras aqui no estaminé, tenho o trabalho atrasadíssimo e vou ter de trabalhar em casa (onde também há obras, não sei se já tinha dito...) durante o fim-de-semana... socorro!
No meio dos trambolhões, já tenho as comprinhas de Natal quase despachadas, é certo, mas os embrulhos amontoam-se dentro do meu guarda-vestidos, o que é péssimo, porque me amachuca os vestidos... :)
Por causa de tudo isto (ou talvez não...) ontem deu-me uma quebra e passei o dia todo com uma neura que só uma sessão intensiva de compras com as amigas ao final do dia conseguiu fazer desaparecer...
O meu reduto de paz e tranquilidade é mesmo o meu carrinho, onde os Black Eyed Peas tocam só para mim, e bem alto, diga-se, e assim sempre posso ir dando ao pézinho e à anca, mesmo sentada ao volante!
Entretanto, falta uma semana para fazer 30 anos.
Esta é a parte boa! Estoy encantada!
Ufa, viva o Natal!
No meio dos trambolhões, já tenho as comprinhas de Natal quase despachadas, é certo, mas os embrulhos amontoam-se dentro do meu guarda-vestidos, o que é péssimo, porque me amachuca os vestidos... :)
Por causa de tudo isto (ou talvez não...) ontem deu-me uma quebra e passei o dia todo com uma neura que só uma sessão intensiva de compras com as amigas ao final do dia conseguiu fazer desaparecer...
O meu reduto de paz e tranquilidade é mesmo o meu carrinho, onde os Black Eyed Peas tocam só para mim, e bem alto, diga-se, e assim sempre posso ir dando ao pézinho e à anca, mesmo sentada ao volante!
Entretanto, falta uma semana para fazer 30 anos.
Esta é a parte boa! Estoy encantada!
Ufa, viva o Natal!
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Kiss and tell
Não, eu não estou a pensar castigar ninguém este Natal oferecendo-lhe o livro "Eu, Carolina". Não, também não vou comprá-lo para consumo próprio. E não, também não quero que mo ofereçam. Até porque acho que já li tudo o que de interessante havia para ler no livro.
Ou seja. Além dos pormenores relativos à relação do presidente do FCP com alguns árbitros e das sovas que alegadamente encomendou, os detalhes da relação amorosa e da convivência íntima entre Jorge Nuno e Carolina.
Li, nos jornais de fim-de-semana, excertos que são verdadeiras pérolas. Humorísticas, bem entendido. Portugal é, definitivamente, a quinta dimensão.
Eu até gostava de publicar um livro. Falta-me isso (e ter um filho...) para completar a triologia de coisas que temos de fazer ao longo da vida.
Mas tendo em conta o panorama, arriscava-me a publicar e depois ter de partilhar um escaparate com uma das Carolinas Salgados deste Mundo. Pior ainda. O meu hipotético livro venderia, certamente, muito menos e não faria, isso de certeza, capa de jornais nem abertura de noticiários televisivos.
Sim, porque eu nunca namorei com um dirigente desportivo (deixa cá pensar bem....... não, nunca...) e mesmo que tivesse namorado, contar detalhes íntimos de uma relação ao Mundo inteiro não me parece que seja uma coisa bonita de se fazer. Digo eu.
De maneiras que vou alimentando o meu blog que, vendo bem as coisas, é mais ou menos o mesmo que ir escrevendo, todos os dias, um bocadinho de um livro. E fico-me por aqui.
Ou seja. Além dos pormenores relativos à relação do presidente do FCP com alguns árbitros e das sovas que alegadamente encomendou, os detalhes da relação amorosa e da convivência íntima entre Jorge Nuno e Carolina.
Li, nos jornais de fim-de-semana, excertos que são verdadeiras pérolas. Humorísticas, bem entendido. Portugal é, definitivamente, a quinta dimensão.
Eu até gostava de publicar um livro. Falta-me isso (e ter um filho...) para completar a triologia de coisas que temos de fazer ao longo da vida.
Mas tendo em conta o panorama, arriscava-me a publicar e depois ter de partilhar um escaparate com uma das Carolinas Salgados deste Mundo. Pior ainda. O meu hipotético livro venderia, certamente, muito menos e não faria, isso de certeza, capa de jornais nem abertura de noticiários televisivos.
Sim, porque eu nunca namorei com um dirigente desportivo (deixa cá pensar bem....... não, nunca...) e mesmo que tivesse namorado, contar detalhes íntimos de uma relação ao Mundo inteiro não me parece que seja uma coisa bonita de se fazer. Digo eu.
De maneiras que vou alimentando o meu blog que, vendo bem as coisas, é mais ou menos o mesmo que ir escrevendo, todos os dias, um bocadinho de um livro. E fico-me por aqui.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
Acho que tenho um problema...
Às vezes acho que sofro disto...
«Só pra dizer que te amo,
Nem sempre encontro o melhor termo,
Nem sempre escolho o melhor modo.
Devia ser como no cinema,
A língua inglesa fica sempre bem
E nunca atraiçoa ninguém.
O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.
Só pra dizer que te amo
Não sei porquê este embaraço
Que mais parece que só te estimo.
E até nos momentos em que digo que não quero
E o que sinto por ti são coisas confusas
E até parece que estou a mentir,
As palavras custam a sair,
Não digo o que estou a sentir,
Digo o contrário do que estou a sentir.
O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.
E é tão difícil dizer amor,
É bem melhor dizê-lo a cantar.
Por isso esta noite, fiz esta canção,
Para resolver o meu problema de expressão,
Pra ficar mais perto, bem mais de perto.
Ficar mais perto, bem mais de perto.»
Clã
«Só pra dizer que te amo,
Nem sempre encontro o melhor termo,
Nem sempre escolho o melhor modo.
Devia ser como no cinema,
A língua inglesa fica sempre bem
E nunca atraiçoa ninguém.
O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.
Só pra dizer que te amo
Não sei porquê este embaraço
Que mais parece que só te estimo.
E até nos momentos em que digo que não quero
E o que sinto por ti são coisas confusas
E até parece que estou a mentir,
As palavras custam a sair,
Não digo o que estou a sentir,
Digo o contrário do que estou a sentir.
O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.
E é tão difícil dizer amor,
É bem melhor dizê-lo a cantar.
Por isso esta noite, fiz esta canção,
Para resolver o meu problema de expressão,
Pra ficar mais perto, bem mais de perto.
Ficar mais perto, bem mais de perto.»
Clã
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
Que horas são?


Não quero dar a ideia de que sou uma pessoa totalmente fútil. Mas a verdade é que sou. :)
Bem, totalmente, totalmente, não. Afinal, o relógio é um acessório indispensável, nos dias que correm.
O que uso é lindo. Adoro-o e funciona como uma permanente recordação da viagem a Barcelona, que foi onde o comprei.
Mas há muito tempo que cultivo um fascínio pelos da Technomarine que são, pura e simplesmente, b-á-r-b-a-r-o-s!
Há para todos os gostos. Para um Pai Natal/Menino Jesus mais endinheirado e para um Pai Natal/Menino Jesus mais poupadinho.
Ambos são lindos.
E o maravilhoso de tudo isto é que existem braceletes de todas as cores, que os senhores vendem à parte, incluindo cor-de-laranja. Eh, eh. Para os dois modelos.
No caso de serem encontrados vestígios de baba nas imagens, é minha... ;)
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
Pump it!
Acho que me vou repetir, mas isto dos feriados, enfim, nem tudo são rosas... É que cumprir, em quatro dias, as tarefas que, numa semana normal, seriam cumpridas em cinco, tem o seu quê de complicado.
Ainda para mais em Dezembro. Eu bem queria fazer as compras de Natal durante a semana, com calma e tranquilidade, mas com feriados à sexta-feira, é logo um dia que vai para o galheiro... O que é certo é que faltam 20 dias para o Natal (e 19 para os meus anos) e estou praticamente em branco, relativamente a presentes...
O bom dos feriados, particularmente este ano, é que temos dois fins-de-semana que nunca mais acabam e que, se não são bons para compras, são bons para ir passear.
Foi o que fizémos. Sexta almoçámos no Fundão, na Quinta de Santo António. Sopa da Pedra. Bom, muito bom. A casa está quase pronta, e linda. No final do almoço brindámos ao tio Z., que fazia anos, e a minha sogra disse umas palavras bonitas relativamente à casa que, segundo ela, foi construída a pensar em todos. Foi bonito.
Já era tarde quando saímos para Armamar, onde a minha Avó tinha a lareira acesa à nossa espera. Frio, muito frio, obrigou a recorrer a um clássico da infância - o mítico saco de água quente!
Parecendo que não, aquilo dá algum conforto, porque aquece a cama antes de lá estarmos dentro, o que sempre dá jeito, porque evita que congelemos ao primeiro contacto com os lençóis gelados...
Trouxémos a minha Avó para Lisboa e ficámos a conhecer algumas das suas opiniões relativamente ao Mundo, em geral.
Quando passámos por Celorico da Beira disse-lhe "Avó, aqui é Celorico. É a terra do Marcelo." Ao que ela replicou "do Caetano?". "Não, Vó, do Rebelo de Sousa". "Ah, aquele que fala muito na televisão... é esse, não é, aquele que não se cala?". Pois, Vó, mais ou menos como alguém que nós conhecemos.
Depois passámos pela Covilhã e expliquei-lhe que era a terra do Sócrates (ou Socas, como ela lhe chama). "Esse, coitado, uns dizem que ele está a fazer bem, outros dizem que ele está a fazer mal... eu não percebo... coitado, ele lá deve fazer o melhor que pode... mas acho que são mais os que dizem que ele está a fazer mal... parece-me...". Pois.
Com isto decidi mudar de estratégia.
Calei-me.
Mas a minha Avó não.
Embarcámo-la para Lagos, onde vai passar estes meses de Inverno, em casa da minha tia mais nova.
Ainda chegámos a tempo de cumprir as tarefas domésticas que são o meu ritual de descompressão de fim-de-semana e que incluem supermercado e máquinas de lavar a todo o vapor. Ah, pois é...
De modos que estou extenuada e a semana não vai ser fácil.
Quando estou assim, e preciso de uma injecção de "power", há músicas que funcionam extraordinariamente bem. O "Pump it", dos BEP, é uma delas, uma das minhas favoritas, por sinal.
«Turn up the radio / Blast your stereo / Right». And pump it, louder! Pump it, louder! Boa, muito boa, para dar ao pézinho! :)
Ainda para mais em Dezembro. Eu bem queria fazer as compras de Natal durante a semana, com calma e tranquilidade, mas com feriados à sexta-feira, é logo um dia que vai para o galheiro... O que é certo é que faltam 20 dias para o Natal (e 19 para os meus anos) e estou praticamente em branco, relativamente a presentes...
O bom dos feriados, particularmente este ano, é que temos dois fins-de-semana que nunca mais acabam e que, se não são bons para compras, são bons para ir passear.
Foi o que fizémos. Sexta almoçámos no Fundão, na Quinta de Santo António. Sopa da Pedra. Bom, muito bom. A casa está quase pronta, e linda. No final do almoço brindámos ao tio Z., que fazia anos, e a minha sogra disse umas palavras bonitas relativamente à casa que, segundo ela, foi construída a pensar em todos. Foi bonito.
Já era tarde quando saímos para Armamar, onde a minha Avó tinha a lareira acesa à nossa espera. Frio, muito frio, obrigou a recorrer a um clássico da infância - o mítico saco de água quente!
Parecendo que não, aquilo dá algum conforto, porque aquece a cama antes de lá estarmos dentro, o que sempre dá jeito, porque evita que congelemos ao primeiro contacto com os lençóis gelados...
Trouxémos a minha Avó para Lisboa e ficámos a conhecer algumas das suas opiniões relativamente ao Mundo, em geral.
Quando passámos por Celorico da Beira disse-lhe "Avó, aqui é Celorico. É a terra do Marcelo." Ao que ela replicou "do Caetano?". "Não, Vó, do Rebelo de Sousa". "Ah, aquele que fala muito na televisão... é esse, não é, aquele que não se cala?". Pois, Vó, mais ou menos como alguém que nós conhecemos.
Depois passámos pela Covilhã e expliquei-lhe que era a terra do Sócrates (ou Socas, como ela lhe chama). "Esse, coitado, uns dizem que ele está a fazer bem, outros dizem que ele está a fazer mal... eu não percebo... coitado, ele lá deve fazer o melhor que pode... mas acho que são mais os que dizem que ele está a fazer mal... parece-me...". Pois.
Com isto decidi mudar de estratégia.
Calei-me.
Mas a minha Avó não.
Embarcámo-la para Lagos, onde vai passar estes meses de Inverno, em casa da minha tia mais nova.
Ainda chegámos a tempo de cumprir as tarefas domésticas que são o meu ritual de descompressão de fim-de-semana e que incluem supermercado e máquinas de lavar a todo o vapor. Ah, pois é...
De modos que estou extenuada e a semana não vai ser fácil.
Quando estou assim, e preciso de uma injecção de "power", há músicas que funcionam extraordinariamente bem. O "Pump it", dos BEP, é uma delas, uma das minhas favoritas, por sinal.
«Turn up the radio / Blast your stereo / Right». And pump it, louder! Pump it, louder! Boa, muito boa, para dar ao pézinho! :)
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