quarta-feira, 23 de abril de 2008

E você, onde estava no 23 de Abril?


Eu estava a casar.

terça-feira, 22 de abril de 2008

O doce nunca amargou?

No domingo tentei fazer uma tarte de limão que tinha visto o James Oliver a fazer na televisão. A coisa deu trabalho mas correu surpreendentemente bem. Pelo menos até as 'cobaias' dos meus dotes culinários provarem a primeira garfada e concluírem que eu tinha usado, provavelmente, o dobro do sumo de limão necessário.
Justifiquei-me dizendo que não tenho, definitivamente, mão para doces.
"Para os doces talvez não, mas para os amargos tens de certeza".
O meu Pai é um génio.
O meu marido, que também é um doce, irritava-se com o rádio do meu carro por apanhar muito mal algumas estações, com ruídos e interferências.
Vai daí, no domingo instalou-me outro rádio e aquilo agora é a bombar (ainda mais).
Ontem à noite expliquei-lhe (perante o seu ar horrorizado) que às vezes aumento de tal forma o volume que consigo ver os vidros do carro a estremecer.
Isso aconteceu hoje, graças a esta música, que é, mesmo, muito catita.
Já agora, apesar do sol e do céu azul, ainda não chegou a Primavera tal e qual todos a queremos e por isso acho que onde se estava mesmo bem era num país tropical. :-)

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Uma década

Dei-me conta, há uns dias, de que passam, este ano, dez sobre a conclusão do curso. Dez anos de licenciatura, é o que isto significa. Uma década. Cristo...
Desde então tenho vindo a pensar que a efeméride merece uma comemoração, enfim, à altura. Só ainda não sei qual.
Já relativamente ao meu aniversário de casamento, que é para a semana, é o pretexto ideal para comprar uma túnica e umas calças LINDAS que vi num catálogo da Decenio. Toda a desculpa é boa para uma gaja comprar roupa.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Será...

... que há por aí alguém com influência junto de S. Pedro?...
É que este tempo... Não há pachorra...

terça-feira, 15 de abril de 2008

New look

Pode ser que com a mudança de visual a Primavera se entusiasme e dê o ar de sua graça...

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Somos o que comemos

Este sábado não consegui ver, mas vi, na semana passada, o que julgo ter sido o primeiro episódio de um documentário chamado 'A verdade sobre os alimentos' (canal 1).
O episódio centrava-se na relação entre os alimentos e o sexo, a reprodução, o desejo, enfim, por aí.
Está muito bem feito, num estilo muito ligeiro e divertido.
A ideia é responder a perguntas e desmistificar algumas crenças.
Para isso, recorrem a voluntários e a experiências, sui generis e muito divertidas, diga-se.
Uma das coisas que demonstraram foi, por exemplo, que there is no such thing as alimentos afrodisíacos. Afrodisíacas são as pessoas, o que comemos pouco interessa quando estamos com uma pessoa pela qual nos sentimos atraídos.
Outra questão à qual tentaram responder estava relacionada com a influência de determinados alimentos na qualidade dos espermatozóides. Parece que sim, que homens que ingiram grandes quantidades de frutas frescas têm grandes probabilidades de ver melhorada a qualidade dos seus bichinhos.
As conclusões são retiradas depois de realizadas experiências, com voluntários, como disse.
E a que mais me divertiu foi a que tentava provar a influência dos alimentos ingeridos no sabor do sémen.
Quatro ou cinco casais aceitaram participar na experiência.
Eles, isolados, seguiam durante alguns dias uma dieta à base de um tipo de comida - picante para um, à base de peixe para outro, à base de carne para outro, à base de fruta e vegetais para outro. Acho que eram quatro.
Decorridos alguns dias era chegada a altura da prova. Algo que eu pensei que as senhoras fizessem no recato... entre quatro paredes... Mas não!
Feita a colheita, o sémen era servido às senhoras em tubos de ensaio (sim) para que o bebessem (sim) e depois assinalassem numa folha de papel com que tipo de sabor mais o identificavam - picante, peixe, carne, frutado...
E desta forma se provou (literalmente) que os alimentos influenciam o sabor do esperma.

13 de Abril, Coliseu dos Recreios

A menina estava lá...

terça-feira, 8 de abril de 2008

Eu e as agulhas...

... não temos uma relação propriamente fácil.
Cozer, esqueçam. Sou dotada para muitas coisas (pronto, para uma ou duas, vá lá) mas a costura não é, certamente, uma delas.
Tudo o que envolva agulhas e o meu corpo, pior ainda.
Esta minha aversão, que é bem conhecida dos que me são mais próximos, tem sido posta à prova ao longo dos últimos meses de uma forma que eu não julgava possível.
Ele é análises, ele é injecções, é o que se queira.
Culminando, na semana passada, com a realização de uma biópsia. Ou devo dizer citologia aspirativa?... Bem, whatever. Para quem não sabe, é um procedimento médico que envolve uma agulha e a colheita de uma amostra de tecido no interior do nosso corpinho. Uma coisa boa para começar o dia, portanto.
Calmíssima, waiting for the worst but expecting the best, como é meu costume, lá fui. E a coisa deu-se. Tenho tido uma sorte desgraçada, porque me têm aparecido boas pessoas ao caminho. O médico era uma gentileza e as meninas que o acompanhavam, seriam enfermeiras, algumas, ou médicas, não sei bem, umas queridas.
O charmoso do médico não se fez rogado nos preliminares, explicou-me com detalhes o que ia fazer, fez perguntas, ouviu atentamente as minhas respostas, e garantiu-me que utilizaria a agulha mais fina, e passo a citar, de todas as que estão disponíveis no mercado. É a azul-bebé, explicou-me. Tinha graça, o doutor.
Com a delicadeza possível, lá me espetou uma vez a agulha, esclarecendo logo que aquela primeira era só para efeitos exploratórios. Tudo bem. Voltou à carga pouco depois, sempre atencioso, tal como as meninas, perguntando-me se me estava a sentir bem e tal. À terceira comecei a dar sinais de impaciência. Aquilo não é propriamente divertido, diga-se. Tranquilizou-me, explicou-me que estava feito.
Pelo meio ainda lhe disse que se quisesse explorar mais, tinha outras zonas do corpo de onde podia aspirar coisas, tipo as ancas, e tipo gordura. Levantou a toalha de papel de mesa que me cobria e disse-me "não me parece que precise".
Eu, que não desdenho um elogio, quando me levantei, e ainda antes de me vestir, dirigi-me a ele dizendo-lhe que tinha sido um prazer. Sim, porque eu sou uma mulher que aprecia ser bem tratada.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Surreal

Ao final do dia de ontem, já em casa, comentava com o meu marido que tinha trocado mensagens com o meu antigo chefe, que ontem fez anos.
Ele lembrou-se, por causa disso, do aniversário de uma amiga. Ligou-lhe, ela não atendeu, deixou-lhe mensagem no voice mail.
Daí a pouco ela ligou-lhe de volta. Estiveram a conversar animadamente. Eu estava na cozinha, a fazer o jantar, quando o meu marido assoma a porta, com um ar assustadíssimo.
"- Não vais acreditar no que aconteceu. A c. deve ter dado a maior queda de todos os tempos, enquanto estava comigo ao telefone...
- Desculpa?
- Estava a falar comigo, de repente ouvi um barulho enorme, ela começou aos gritos, e ouvi pessoas a dizer 'não se mexa, tenha calma'... ainda chamei por ela, como não respondia, estava uma grande confusão, desliguei...
- Então liga outra vez!"
Ligou, atendeu uma senhora que lhe explicou que a amiga (que estava sozinha) tinha caído escadas a baixo, nas Amoreiras, que estava magoada e que já tinham chamado uma ambulância.
"- É muito mau. Ela estava a falar comigo, estou a sentir-me muita mal...".
O a. ligou depois a outra amiga comum, que estava em Lisboa, e acompanhou a situação de perto. A c., que fazia anos, acabou com um ombro deslocado e toda dorida.
Desconfio que foi a última vez que atendeu o telefone ao meu marido.
Ele há coisas...
Entretanto, chegou a Primavera.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Suficientemente boa

Para me recompor de uma semana de cão, só mesmo o fim-de-semana. E, já agora, esta música, que é, mesmo, muito boa. E não apenas suficientemente boa.

"Good Enough"

Under your spell again.
I can't say no to you.
Crave my heart and it's bleeding in your hand.
I can't say no to you.

Shouldn't let you torture me so sweetly.
Now I can't let go of this dream.
I can't breathe but I feel...

Good enough,
I feel good enough for you.

Drink up sweet decadence.
I can't say no to you,
And I've completely lost myself, and I don't mind.
I can't say no to you.

Shouldn't let you conquer me completely.
Now I can't let go of this dream.
Can't believe that I feel...

Good enough,
I feel good enough.
It's been such a long time coming, but I feel good.

And I'm still waiting for the rain to fall.
Pour real life down on me.
'Cause I can't hold on to anything this good enough.
Am I good enough for you to love me too?

So take care what you ask of me,
'cause I can't say no.

segunda-feira, 17 de março de 2008

E agora para um pouco de análise política, parte 2

Não é que eu esteja obcecada. Mas os acontecimentos dos últimos dias não me permitem ficar calada.
A SIC emitiu, na semana passada, reportagens sobre o lado pessoal de Sócrates e Menezes. Acho que a coisa tinha potencial para mais, não fiquei totalmente satisfeita com os resultados. Mas fiquei naturalmente embevecida com o Sócrates. Gosto dele, continuo a gostar dele, do estilo e de tudo o resto. E depois de o ter ouvido ontem a tratar o Mário Lino por Mário 'Jamais', ainda mais. Até o meu marido ficou rendido, depois daquela tirada. Foi forçado a reconhecer que ele tem piada. E para o meu marido reconhecer isto, atenção, foi um grande passo.
Curiosamente, uma das minhas recentes descobertas, pleno de pontencial intelectual, navega nas águas ideológicas do meu marido. Pedro Passos Coelho. Diz que é capaz de vir a ser líder do PSD. Não me faria mudar de cor, não, isso não. Mas lá que é muito jeitoso, ai, isso, sem dúvida.

quarta-feira, 12 de março de 2008

E agora para um pouco de análise política

Estava ontem a observar o Ribau Esteves na televisão.
Para começar, ninguém se chama Ribau Esteves.
O tom de voz, a postura. O senhor tem o condão de me enervar. Irrita-me. Tira-me do sério.
Ao contrário do que acontece com o Nuno Melo.
Integra o painel de comentadores de um programa que começou há duas ou três semanas na RTP, o 'Corredor do Poder'. E é uma alegria.
O António Capucho entrou em 'rota de colisão' com a direcção do PSD. A direcção do PSD diz que dispensa o António Capucho. Eu, enquanto munícipe de Cascais, também o dispensava.

segunda-feira, 10 de março de 2008

A menina dança



Afinal, parece que a Primavera ainda não chegou.
Está um dia lindo, hã?
Dei-me conta de que não tinha publicado uma foto de Amarante. E se Amarante merece!
Entretanto, recebi uma remessa de fotografias que documentam a noite de sexta-feira da semana passada. Sair à noite e ter um fotógrafo por perto pode não ser uma coisa positiva, believe me. Ainda assim, é sempre bom ficar com registos dos bons momentos. :-)
Por não querer (e não poder) comprometer a imagem de terceiros, tenho de me limitar às minhas próprias tristes figuras.
E a menina dança...
Parece-me que ouço 'Bodyrockers' ao longe... Estão a cantar para mim, ai estão, estão...
«There's so many things i like about you,
I just don't know where to begin.
I like the way you, look at me with those beautiful eyes,
I like the way you act all surprised,
I like the way you sing along,
I like the way you always get it wrong,
I like the way you clap your hands,
I like the way you love to dance,
I like the way you put your hands up in the air,
I like the way you shake your hair,
I like the way you like to touch,
I like the way you stare so much,
but most of all...
Yeah...
most of all...
I like the way you move!»

terça-feira, 4 de março de 2008

Olha, chegou a Primavera!

Semana atribulada, a que passou.
Os dias de aplicação sub-cutânea dos tratamentos não foram propriamente pêra doce, mas a malta cá está para se rir do assunto. Apliquei-me tanto na primeira noite de injecções que fiz uma nódoa negra na barriga, que me acompanha até hoje. Foi dos nervos. A médica diz que é normal. Consegui 'auto-picar-me' durante cinco dias seguidos, para grande orgulho do meu marido, que nunca pensou que fosse capaz, dada a minha conhecida aversão a agulhas.
Depois fomos à médica, que nos deu boas notícias. Boas notícias e uma receita para aviar. Mais uma seringa e toma lá, pica-te amanhã a hora de almoço. Fónix!
Para desanuviar a cabecinha, o casal de treinantes foi para a borga na sexta à noite. Separados, bem entendido. Para descontrair, nada melhor do que rir até nos doerem os maxilares. E perceber que a vida é maravilhosa também (e muito) por causa dos amigos que se fazem pelo caminho.
Pelo meio, ainda estive dois, quase três, dias em Amarante, onde fui para assistir a um seminário. Oportunidade para aprender, e não foi pouco, e para rever os amigos. Comoveu-me a gentileza, a simpatia e o carinho com que me acolheram. Não me arrependi nem por um minuto de ter decidido fazer a viagem, ainda que tenha sido tudo planeado em cima da hora e tenha surgido de forma muito inesperada. Foi cansativo mas valeu 100% a pena. Pessoas assim não entram nas nossas vidas todos os dias e eu estou imensamente grata por tê-los conhecido.
Entretanto, e porque continuamos a ser uma família muito moderna, o meu marido está na Alemanha e lá em casa instalou-se o 'girl power'. I rule. Se aqui estivesse o a. dizia já que eu mando sempre, quer ele esteja quer não. Mas isso é só ele a falar...
Entretanto, chegou a Primavera. Chegou, chegou.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Começo hoje a dar na veia...

... Gonal-F, estimulante dos folículos por via intra-venosa... Diz que dá uma trip altamente... :-)

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Saraiva's Law

Não é fácil, claro, mas superar a saudade dos que partem custa menos se nos esforçarmos por recordá-los sempre no seu melhor. Ou por aquilo que tinham de melhor.
Falávamos sobre isto no dia em que nos despedimos do amigo que nos deixou. Falávamos, eu, a a. e a r., sobre a necessidade de limpar as lágrimas e começar, definitivamente, a encarar a vida de forma mais positiva.
De vez em quando temos de parar um bocadinho e tomar uma resolução séria.
A minha resolução de fim-de-semana foi esta: pôr em prática, no dia-a-dia, todos os dias, um pouco, pelo menos um pouco, daquilo que víamos o Carlos fazer.
Sorrir, por exemplo. Mais, bolas, mais, por todos os motivos e mais algum. Porque vivemos, acima de tudo. Porque amamos. Porque somos amados. Porque não custa. Porque é a melhor forma de chegar ao coração de alguém.
Fazer saber àqueles de quem gostamos o que sentimos. Foi a r. que lembrou este pormenor. Que o Carlos lhe telefonava, muitas vezes, só para lhe dizer "gosto de ti". Porra, isto é lindo. E é fácil. Dizer. "Gosto de ti".
Abraçar. Outra coisa que o Carlos fazia. Abraçava-se a toda a gente. Abraçava as pessoas de quem gostava. Temos, e contra mim falo, este problema com o contacto físico. Eu estou a tentar emendar-me. Não estou, naturalmente, a falar de abraçar o meu marido. A ele abraço, claro. Estou a falar de abraçar os amigos, só porque sim. E aos namorados, maridos, amantes ou o que for, mais ainda. Com força.
Contar anedotas e rir. O Carlos era um exímio contador e nem todos temos esse talento. Deus sabe que eu não tenho. Foi o próprio Carlos quem mo disse, aliás, ainda outro dia, quando tentei fazê-lo rir com uma anedota. Frustrada a tentativa, perguntei-lhe "não tenho muito jeito, pois não?", ao que ele respondeu, com a voz rouca que tão bem o caracterizava, "não, querida", soltando de seguida a sonora gargalhada que lhe conhecíamos. Mesmo assim, tentemos. Contar. Ou então vamos pedir que nos contem. Para nos rirmos. Todos os dias.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Sempre


«Um homem com mais alguns anos que eu [sábio?], que considero extraordinariamente inteligente, culto e louco, disse-me outro dia, com a naturalidade com que dizemos 'bom dia', que vê em mim "algo de mulher africana".
Se a afirmação, por si só, me desarmou, a explicação que se lhe sucedeu, essa, fez-me corar até à raiz dos cabelos.
Lá está porque é que vermo-nos retratados nas palavras dos outros nos permite sempre aprender alguma coisa sobre nós mesmos.»
Isto que escrevi há uns dias e publiquei aqui dizia respeito a um homem que nos deixou hoje, repentinamente, e nos fez sentir como se tivéssemos levado um murro no estômago. Disse-mo no dia em que nos tiraram esta fotografia. Foi uma muitas coisas que me disse e que nunca mais vou esquecer. Já tenho saudades.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Fim de quê?

A partir do momento em que se começam a ter responsabilidades, digamos, domésticas, os fins-de-semana adquirem todo um novo significado.
Eu até me esforço por me organizar durante a semana, e lá vou conseguindo, mas há sábados - como o que passou - em que não consigo fugir de um carrinho cheio de compras de supermercado, de uma ida à lavandaria, de umas quantas máquinas de lavar roupa e loiça, mais de um "é só dar um jeito à casa". E de uma ida à depilação, para poder dizer ao meu marido que sou, de facto, o mais próximo de mulher perfeita que existia no mercado.
Depois de tudo isto, uma canseira, um grande bem haja à minha sogra pela carne estufadinha que me livrou de ter que fazer jantar.
A seguir desmaiei no sofá. Depois tranferi-me para a cama, onde dormi, vá, umas boas onze horinhas...

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Family ties

A minha Avó (paterna) fez anos no dia 5, terça-feira de Carnaval.
Telefonei-lhe de manhã e recebeu-me muito entusiasmada.
A conversa começou mais ou menos assim:
«-Estou!?
- Sim, Vó, sou eu!
- Eu sei, estava aqui com um amigo, que me veio visitar, e assim que olhei para o telefone disse logo "ai, é a minha querida neta"».
[sou a única. neta, sexo feminino, sou a única]
A conversa continuou por aí adiante.
Mais tarde, relatava o telefonema ao meu marido, comentando o facto de a minha Avó, viúva há anos [o meu queridíssimo Avô, tenho saudades], receber em casa visitas de um "amigo" [ou, quem sabe, mais que um...] e ilustrei, com a intenção de fazer uma piada, dizendo "saiu-me cá uma flausina, a minha Avó".
O meu marido olhou para mim e tenho a certeza que pensou o que eu disse, logo a seguir: «quem sai aos seus... não é de Genebra...».

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

«Um dia bem começado...

... deve ser bem acabado».
Esta frase, fantástica, foi descoberta por uma amiga minha num conjunto de azulejos que existe ali no Jardim de Oeiras.
Mostrou-ma, em fotografia, e chegámos logo à conclusão que é uma excelente máxima.
E é também o pensamento para o dia de hoje, que espero termine tão bem como começou... :-)
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